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sábado, 15 de outubro de 2011

Fabiana: História de um milagre


Sexta-feira, 29 de agosto de 2008. Fabiana está sedada, num leito de observação do pronto socorro do Hospital Life Center, em Belo Horizonte. Eu, Sérgio, seu pai, e Lourdes, sua mãe, aguardarmos aflitos e apreensivos o diagnóstico médico, depois de tantos exames, pois desde meio dia ela está no hospital, e já passam das cinco da tarde.

Fabiana é uma moça de 24 anos, alegre, extrovertida, de sorriso largo e fácil, e está muito feliz, por vários motivos. Desde que se formou jornalista, há dois anos, havia conseguido o primeiro emprego na sua área, por ela mesma, e estava em sua primeira semana de trabalho. Havia começado na segunda-feira e estava radiante com o emprego e com as pessoas com as quais trabalhava.

Na noite anterior, de quinta-feira, havia tido a primeira aula num curso de pós-graduação. Faria uma especialização em Marketing, pois acreditávamos, eu e ela, que esse curso poderia ajudá-la em sua carreira profissional.

No campo afetivo, não poderia estar melhor: três meses de namoro, vivendo uma paixão arrebatadora por Rômulo!

Tudo ia muito bem com a vida de Fabiana, exceto aquela forte dor de cabeça que a incomodava já há praticamente uma semana, e que já a levara a dois hospitais diferentes nesse intervalo de tempo. Em ambos (Vera Cruz e Socor), o diagnóstico foi de enxaqueca e a receita de analgésicos.

Nessa sexta-feira, 29, ela acordou com a tal dor de cabeça, que estava ainda mais forte. Chegou a fazer vômitos antes de sair para trabalhar. Foi trabalhar assim mesmo, pois disse que tinha um serviço importante para fazer e que, com uma semana de trabalho, não dava para faltar. Saiu mas não demorou muito. Disse que não tinha condições de andar até o ponto do ônibus. Eu a levei de carro para o trabalho.


Por volta das 11:00 hs meu telefone toca e Fabiana, do outro lado da linha, está aos prantos. A dor de cabeça estava insuportável e pedia para eu ir buscá-la no trabalho. Imediatamente eu e a mãe fomos ao seu encontro e, lá chegando, não tive dúvidas: levei-a para o hospital mais perto, o Hospital Life Center. Era por volta do meio dia.

Às 17:50 hs o médico, Dr. Cláudio Lima, neurologista, com o resultado da tomografia em mãos, nos chama e dá o diagnóstico: “Sua filha tem uma hemorragia cerebral gravíssima! O quadro dela é muito grave e ela tem que ir para o UTI agora, não pode nem se levantar dessa cama!”

Tudo rodou à minha volta. Minha esposa, Lourdes, caiu em prantos. Tiraram o chão sob nossos pés! Não podíamos acreditar no que estávamos ouvindo! Mas era a realidade, nua, crua, doída, como um punhal transpassando nossas vísceras!

Comecei então a ligar para os parentes e amigos e avisar o que havia acontecido. A primeira pessoa com a qual falei com minha prima Cecília. Ao telefone, ela me disse:“! Vai dar tudo certo! Vamos rezar, pedindo a intercessão dele e você vai ver que tudo vai dar certo, tudo vai ficar bem!”

Numa segunda ligação, falando com minha madrinha, Marlene, eu já aos prantos, ouvi dela a mesma coisa: Meu filho, não chore! vamos pedir a ele pela Fabiana! Você vai ver como tudo vai acabar bem!”

No dia seguinte, sábado, era o dia da Festa do Beato Eustáquio e já havíamos feito planos, para ir à missa, passear pela praça da igreja, pelas barraquinhas....Planos adiados, sonhos adiados!

Em pouco tempo os parentes e amigos começaram a chegar ao hospital (Stela, minha concunhada foi a primeira a chegar para confortar a mãe, nos dar seu abraço, seu apoio).

O médico nos disse que faria um cateterismo para saber se tratava de um aneurisma ou não, enfim, para ter um diagnóstico mais assertivo.

Depois do cateterismo, realizado após às 20:00 hs, foi constatado que não se tratava de um aneurisma, mas sim de uma trombose cerebral, um “entupimento” da principal artéria do cérebro e, por conseqüência, um derrame de grande quantidade de sangue no cérebro. O quadro, segundo o médico, era gravíssimo e não havia nada a fazer a não ser esperar pela reação da Fabiana. Por volta das 22:00 hs fomos autorizados, eu e a mãe, a vê-la na UTI.

Não sei como conseguimos passar aquela noite de sexta para sábado, mal arranjados em dois pequenos sofás na recepção do 18º. Andar, entre o bloco cirúrgico e a UTI. Eu, minha esposa Lourdes e o namorado da Fabiana, Rômulo, que esteve o tempo todo ao nosso lado, durante todo o período de internação dela.

Sábado, 30/08. As visitas só eram permitidas às 10:00 hs, às 16:00 hs e às 20:00 hs.
Não cabíamos dentro de nós, tamanha era nossa ansiedade em ver nossa filha, em falar com ela, em saber se estava tudo bem. Nas três visitas, ela estava relativamente bem, consciente, conversando. Na última, das 20:00 hs, ela chegou a dizer que perderia o futebol italiano que ela gostava de acompanhar pela TV aos domingos. Fomos para casa, afinal, nosso filho, Rafael, estava sozinho em casa e também precisava de nós. Antes de me deitar, me lembrei das palavras da minha prima Cecília e da minha madrinha Marlene e fiz uma súplica ao , para que intercedesse junto a DEUS em favor da vida da nossa filha.

Domingo, 31/08. Chegamos cedo ao hospital e, na primeira visita, a das 10:00 hs, notei que a Fabiana falava muito “arrastado”, que seus olhos mal se mantinham abertos e a sua aparência, de um modo geral, não me agradava. Perguntei à enfermeira responsável pelo leito dela o que estava acontecendo e ela me respondeu que Fabiana estava sob efeito de fortes sedativos em função da dor de cabeça. Não “engoli” aquela resposta e me veio uma sensação ruim, um “aperto” no peito, e, ao final da visita ela sequer respondia o que falávamos com ela. Terminado o horário de visita, voltamos para os bancos em frente à UTI e ali ficamos atentos a todas as movimentações.

Pouco mais de uma hora depois, nos chamam ao balcão de entrada da UTI e nos avisam que o estado de saúde da Fabiana havia piorado; que ela já não respirava mais sozinha (havia sido entubada) e que havia entrado em coma.
Por volta do meio dia, chega o neurocirurgião, Dr. Ricardo de Souza Quadros, que nos chama e diz que a situação dela era gravíssima e que deveria ser operada imediatamente, para retirada de parte da calota craniana, pois o seu cérebro estava inchando muito e já não cabia mais na cabeça. Disse que a cirurgia era de altíssimo risco, mas que era a única alternativa no momento. Fabiana foi então levada ao bloco cirúrgico e foi submetida a uma cirurgia por mais de 4 horas.

Avisados, parentes e amigos vão chegando ao hospital e logo lotam o 18º. Andar. Unidos em preces, orações e súplicas, todos intercedem pela vida de Fabiana, ao mesmo tempo em que procuram nos confortar, especialmente a mãe, que está arrasada, inconsolável.

Nunca vou me esquecer da cena: chega uma das melhores amigas da Fabiana, Fernanda, já aos prantos, com sua mãe, Clara. Clara retira da bolsa, tremendo muito, mal conseguindo falar, uma oração do o, entrega à minha esposa e diz: 
Minha esposa, naquele momento, não estava em condições de escutar nada. Peguei das mãos dela a oração do e, desse momento em diante, todas as noites, antes de me deitar, e todas as manhãs, ao me levantar, rezava aquela oração e pedia, fervorosamente, a intercessão dos céus

Lá pelas cinco da tarde, terminada a cirurgia, o Dr. Ricardo me diz que fez o que foi possível, mas que o quadro continuava gravíssimo e que não se podia fazer mais nada, apenas esperar pela reação dela. Não nos deixaram mais vê-la e, lá pelas nove da noite nos convenceram a ir para casa, já que ali não poderíamos fazer nada.

Depois daquele dia terrível, um dos piores da minha vida, eu e minha esposa nos deitamos e tentamos dormir, mas era impossível. Recostamos na cama para esperar o dia clarear para voltar ao hospital. Já passava das 23:30 hs quando o telefone de casa começa a tocar de maneira insistente, rasgando o silêncio daquela noite de domingo.
Eu não queria atender, porque, ao primeiro toque, me veio um aperto no coração e um calafrio e senti (não sei explicar como) que era uma ligação do hospital. Deixei tocar várias vezes, até que minha esposa, sobressaltada, me pediu para atender. Disse a ela que deveria ser alguém querendo saber noticias da Fabiana e que no dia seguinte a gente daria retorno. Ela não aceitou minha reposta e disse que poderia ser do hospital e se levantou para atender. Pulei à frente dela e atendi. Do outro lado, alguém se identificou como sendo enfermeiro da UTI do Hospital Life Center e que era para irmos para lá o mais rápido possível, pois a Fabiana havia falecido.

Nesse momento, minha esposa, colada a mim, ouviu tudo e se descontrolou completamente. Ela gritava e, aos prantos, bradava: “Senhor, a minha filha não! Eu quero a minha filha de volta, Senhor! Por favor, me devolve a minha filha! A minha filha não, pelo amor de Deus!” E quanto mais eu tentava acalmá-la, quanto mais eu tentava consolá-la, mais ela gritava, mais ela clamava, mais ela implorava a DEUS por nossa filha!

Liguei então para parentes e amigos e rapidamente Cecília e Silvana, primas queridas, chegaram lá em casa e me ajudaram com minha esposa. Colocaram uma roupa nela para sairmos para o hospital. Tirei o carro da garagem e fiz voltas enormes, até parei para abastecer o carro. No fundo, eu não queria, de forma alguma, chegar ao hospital, pois sabia que lá teria que enfrentar uma situação que, com certeza, seria a mais difícil da minha vida: deparar-me com minha filha morta.

Como demorei a chegar, alguns amigos e familiares chegaram antes de mim. Minha esposa passou mal no trajeto, desfaleceu por duas vezes, e, por isso, fui primeiro ao pronto socorro do hospital, para que a medicassem antes de subirmos para a UTI. Enquanto ela estava sendo atendida no pronto socorro, meu telefone celular tocava insistentemente, chamado sempre pelo mesmo número. Atendi ao João, amigo de longa data, que me perguntava onde eu estava e aí expliquei toda situação a ele. Ele então me disse: Eu já estou aqui no 18º. Andar, na UTI e estou ao lado do médico de plantão e do Rômulo . Fabiana não morreu, está muito mal, o quadro é gravíssimo, mas ela vive!”


Todos os que estavam ao meu redor, ao ouvirem essa notícia, imediatamente passaram a dar graças e glórias a DEUS! Minha esposa, já sedada, encontrou ainda forças para louvar e bendizer a DEUS e dizer: ELE ouviu as minhas preces. Ele ressuscitou minha filha, assim como fez a Lázaro!”

Corremos todos para o 18º. Andar, onde o médico nos disse que deveria ter havido algum engano, que ninguém do hospital disse que ela havia falecido, mas que ele havia sim mandado ligar para nós, para que fôssemos ao hospital com urgência porque ele não sabia mais o que fazer, que tudo que podia ser feito ele já tinha feito e que o quadro dela se agravava a cada momento, e que ele não poderia garantir a próxima hora de vida dela. Parentes e amigos, todos se juntaram a nós e, no corredor do hospital, fizemos uma corrente de orações, agradecendo a DEUS por essa nova oportunidade, por essa nova chance para a Fabiana e, ao mesmo tempo, pedindo pela sua vida. O médico então permitiu que, dois a dois, todos os presentes fossem vê-la no leito, como se fosse uma despedida. Eu e a mãe entramos, oramos, e dissemos a ela, ainda que estivesse em coma, ainda que não pudesse nos ouvir ou compreender, que DEUS estava com ela e, se ELE estava com ela, ela não pereceria, que era para ela lutar pela vida dela com todas as forças que lhe restavam. Pouco depois, minha esposa desmaiou, em função dos fortes sedativos que lhe foram aplicados no pronto socorro e teve que ser carregada para casa e para sua cama.

Tempos depois, quando Fabiana ainda estava internada no Hospital Life Center, uma funcionária da limpeza, Mônica, procurou minha esposa e confirmou que, naquele domingo, 31 de agosto, Fabiana havia sido declarada morta e que ela, Mônica, foi chamada para arrumar um local para velarmos o corpo dela assim que chegássemos ao hospital.

Segunda-feira, 1º. De setembro. “Moídos”, “destroçados”, “arrasados” pelos acontecimentos de domingo, fomos cedo para o hospital novamente, aguardando as noticias e a visita das 10:00 hs. O quadro de gravidade aguda se mantinha, nenhum sinal de melhora e, logo depois da visita das 10:00 hs, por volta das 11:00 hs, nos chamam novamente e nos dizem que a situação da Fabiana está insustentável e que o médico estava chegando para conversar conosco.
Mais uma vez o Dr. Ricardo me chama à porta do bloco cirúrgico e me diz, textualmente: “Sérgio, se eu não operar a Fabiana agora ela morre em duas ou três horas. Se eu operar, as chances dela sobreviver são mínimas. Ela não tem mais do que 1% ou 2% de chance de sobreviver!”

Eu o respondi dizendo que ele a operasse e que fizesse o melhor que pudesse fazer porque, do lado de fora, estaríamos todos orando e pedindo a DEUS que o iluminasse e que o utilizasse como instrumento para a salvação da Fabiana.

Quatro horas e meia depois, antes que ela saísse do bloco cirúrgico para a UTI, o Dr. Ricardo me chamou à porta do bloco e me disse: “Fiz o que foi possível, mas a cirurgia foi muito “brava”! Se ela sobreviver, ela nunca mais vai andar e nunca mais vai falar, porque tive que cortar massa encefálica dela que já estava necrosada. Não há mais o que se possa fazer! Só aguardar!”

Ainda que eu viva 100 anos, jamais me esquecerei dessas palavras do Dr. Ricardo.

Novamente parentes e amigos tomaram conta do 18º. Andar do hospital e com muita oração, com muita fé, intercederam conosco em favor da vida da Fabiana. Ao terminar a cirurgia, quando passaram com ela na maca, de um lado (bloco cirúrgico) para o outro (UTI) do andar, todos se levantaram e, uníssonos, entoaram um “Pai Nosso” e uma “Ave Maria”. Cena linda, emocionante, que jamais esquecerei!

Bem, a estória é longa! Afinal foram 72 dias de internação, sendo 20 na UTI e 52 num apartamento. Nesses 52 dias de internação no apartamento, minha esposa, Lourdes, não saiu do hospital nem por um minuto. Cinqüenta e dois dias sem ”colocar os pés na rua”, o tempo inteiro ao lado da filha.

Após essa segunda cirurgia, Fabiana passou por mais três (foram cinco no total), contraiu uma infecção grave, teve que implantar um filtro na veia cava em função de outros trombos que foram detectados nas suas pernas, enfim, um verdadeiro “calvário”.


Hoje, um ano depois, estamos aqui para louvar e agradecer a DEUS, para agradecer a poderosa intercessão do , pois nossa filha está VIVA, está em casa, ao nosso lado,falando e andando (ainda que com dificuldades e com outras pequenas seqüelas), contrariando todos os prognósticos médicos.

Estamos relatando esse fato para dar nosso testemunho e para dizer ainda que muitas outras coisas maravilhosas aconteceram nesse período, e que os sinais de DEUS na nossa vida são visíveis, inconfundíveis.

Você que está lendo esse relato, esse testemunho, conhece a passagem do Santo Evangelho que fala sobre a ressurreição de Lázaro?

E a passagem do Santo Evangelho que fala sobre a cura da febre da sogra de Pedro?

E a passagem do Santo Evangelho que fala sobre a ressurreição da filha de Jairo?

Pois bem: estamos aqui para dar testemunho de que essas narrativas são verdadeiras, não porque vimos, pois evidentemente não estivemos lá, não presenciamos os fatos. Mas sim porque o mesmo aconteceu conosco, com nossa filha! Hoje somos como Jairo, somos como Pedro, somos como Marta e Maria!

Felizes aqueles que acreditaram sem terem visto!”

SÉRGIO, LOURDES, FABIANA E RAFAEL
Belo Horizonte, Agosto de 2009.

14 comentários:

Anônimo disse...

sem dúvida é o depoimento mais lindo que já vi em toda a minha vida. A minha mãe sofreu um avc semana retrasada. Atualmente está no CTI em fase de recuperação. DEUS, sem dúvida, está ao lado daqueles que têm fé.. daqueles que não desistem e fazem que 1 ou 2% de chances, da ciência, seja a porta para a cura. OBRIGADO!

Andreia Teixeira disse...

Muito lindo depoimento e louvo a DEUS por isso e que ele me conceda a graça de em breve poder dar este testemunho da vida do meu marido que tb teve um AVC ha 18 dias e esta em recuperação, e da mesma forma que sua filha tirou parte de massa encefalica e parte da calota craniana. Já vemos a graça de DEUS em nossas vidas também.Gloria a DEUS !

Fabíola disse...

LINDA HISTÓRIA. Chorei lendo.
DEUS OPERA MILAGRES, ELE É MARAVILHOSO.
Estou com minha maravilhosa mae nessa parecida situação. Ela esta 35 dias na UTI, teve avc hemorrágico, passou por duas arriscadas cirurgias. Ela vem lutando a cada dia e surpreendendo os médicos. Eu digo sempre, Deus operou milagre na vida da minha mae, ela nasceu de novo. Ela ainda nao tem previsao de alta. Mas esta tendo vitórias a cada dia.

"O Senhor é meu Pastor e nada me faltará". (Salmo 23)

É o salmo de cabeceira de todos nós, ela esta no "box 23.

GRANDES COISAS ESTÃO POR VIR, GRANDES COISAS VAO ACONTECER NESSE LUGAR. EU CREIO!

viva os bichos disse...

Obrigada por compartilharem a história de Fabiana. É linda e nos dá força pra seguir em frente, com muita fé. Deus opera milagres!

viva os bichos disse...

Obrigada por compartilharem essa linda história! Me trouxe esperança e fez crescer minha fé! Deus opera milagres. Minha mãe está em coma na UTI, com um dreno ainda. Mas estamos confiantes e Fabiana muito nos ajudou! Grande abraço a todos, da amiga Isa.

S.I FABRAI disse...

Chorei muito ao ler. Estava procurando o telefone do Dr. Ricardo e acabei achando essa história linda.

Acabei de passar por uma situação muito semelhante com minha mãe e se não fosse Deus e o Dr. Ricardo hoje ela não estaria mais aqui.

Edilson Navarro disse...

muito obrigado por postar a história de vcs. meu pai esta em coma desde o dia 19 set 2012, causado por um avch nivel 5, também não estão dando muitas esperanças p nós, a escala de glasgow dele é 4(3 a 15). mas estamos com a força de deus e de todos a nossa volta, eu sei que ele vai acordar e voltar p nós. muito obrigado mais uma vez

Fabiana Trindade disse...

Caros amigos,

Compartilho com vocês a dor de ver alguém muito próximo e querido ter sofrido um avc grave.

Minha mãe sofreu um avc hemorrágico no final de maio deste ano (2012) e desde então vem fazendo o tratamento de reabilitação.

A nossa fonoaudiólogia nos abandonou e precisamos muito de uma indicação. Será que alguém poderia nos enviar uma indicação? Estamos muito angustiados...

Estamos em Belo Horizonte, na região Oeste.

O meu contato é
fabitrindademachado@gmail.com

Muito obrigada!!

Joelmacris disse...

Meu Deus! Eu nunca li uma história como essa! Passei por uma situação muito séria com minha amiga há três meses, que teve traumatismo craniano após um gravíssimo acidente, ficou em coma e tudo mas em nenhum momento nos disseram que ela tinha 5 nem 1% de vida... Sabemos que foi um milagre de Deus ela estar viva, claro que sim, mas essa história realmente é surpreendente! Minha amiga está de alta há um mês, em reabilitação. Está quaaaase começando a andar, já fica em pé mas ainda não fala. Ela lê, escreve e entende o que dizemos mas não fala... Se Fabiana falou, depois de ter sido dada como morta, continuo pedindo a Deus que ele permita minha querida amiga voltar a falar! Deus abençoe vocês!

Jam Jam disse...

Me arrepiei com este testemunho! Nossa. fenomenal!

Jam Jam disse...

Me arrepiei com esse testemunho, fenomenal!

Jam Jam disse...

Me arrepiei com esse testemunho, fenomenal!

rose silva disse...

Esse depoimento e milagre de deus,sei que ele existe!a minha amiga ta numa situação parecida.os médicos fala que e trombose celebral !sei que o senhor vai abençoa ela.

rose silva disse...

Sem dúvida deus está sempre ao nosso lado !que minha amiga se recupera

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