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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Aos 36 anos, AVCH

Boa noite,tenho 33 anos e há 6 meses atras dia 17/4 sofri AVC hemorrágico, estava no serviço, trabalho em um centro medico ao lado de um hospital, faltava 30 minutos para ir  embora para casa moro longe do serviço.  Quando fui conversar com minhas colegas  minha voz nao saia, e qd consegui falar saiu tudo enrolado, mas meninas achavam q estava brincando comecei ficar nervosa e chorar uma amiga percebeu que meu rosto estava paralisado, o neuro estava num sala ao lado e sem pacientes naquele momento, ele foi me socorrer, minha pressão estava 14/9 que para mim  é alta ja que tenho pressão muito baixa. 
Fui andando para hospital era so atravessar rua, no elevador eu falei dr pode falar estou tendo um avc, ele desconversou pra nao me deixar nervosa.
Chegando no hospital fiquei aguardando p fazer ressonância e tomografia. Me deu muito sono, e apaguei. Quando voltei, nao conseguia andar direito e havia perdido movimento do braço e mao esquerdo! Não me lembro de nada, fizeram exames rm e n recordo de nada, estava confirmado um enorme sangramento do lado direito. Fui p cti e la fiquei por 13 dias mais 10 dias internada; Fiz angiografia pq medicos achavam q tinha algum aneurisma ou ma formação mas exame deu normal; o medico que me atendeu desconfia q pode ser anticoncepcional! 
Hj sou um enorme milagre, hematoma era enorme meus movimentos voltaram com 1 mes, tenho ainda pequena paralesia facial discreta! tenho grupo no face com o mesmo nome desse blog maravilhosa que ei ainda nao conhecia! Foi Deus que me deu nova chance pois qd estava tudo sumindo eu tive forças pra orar e pedir uma nova chance pois estava desviada dos caminhos de Deus! Tinha pessoas orando por mim em todos os estados e alguns paises fora do Brasil, sou resposta da oração de um povo fiel!
Minha recuperação esta sendo perfeita pq coloquei Deus a frente e pq tenho otimos abitos 
abraço a todos

Lucélia Batista

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Aos 20 anos, AVCH grave e recuperaçao com fé

Meu irmão teve um AVC H. e o AVC E. 
Somos um casal de gêmeos com 20 anos de idade, o quadro aconteceu no ano passado (2014), ele ficou sete meses internado entre UTI e semi UTI, nesse tempo teve uma parada cardíaca de 50 minutos, e teve meningite bacteriana, os médicos diziam que ele não iria mais sobreviver mas os médicos dos medidos senhor Deus provou ao contrário, meu irmão perdeu a fala e os movimentos e esta se alimentando por sonda.
Hoje depois de nove meses ele esta ate cantando, e voltando a se movimentar. É difícil é, mas basta confiar e acreditar no senhor... 
A.B

Dois AVCs e confusão mental

Meu pai de 67 anos teve um AVC, ele ficou 1 semana no UPA e depois voltou para casa, perdeu os movimentos do lado direito do corpo, e depois que o médico disse que ele iria ter que fazer um exame sozinho, achamos que ele ficou nervoso e perdeu a fala.

Uma semana depois que ele voltou do UPA, ele já estava mexendo o braço por causa da fisioterapia,mais em uma manhã,acordou e não mexia mais o braço, então quando foi a noite,sentiu fortes dores de cabeça, e levamos ele para o hospital.

Ele passou 20 dias no hospital, e aquele,era outro AVC.

Agora ele está em casa,mais só Jesus... ele está fazendo coisas sem pensar,pede coisas e quando chegamos com o que ele pediu ele fala que não quer mais, bate nas pessoas por nenhum motivo.Que Deus abençoe ele e proteja ele, e nos der forças para continuarmos.

 Ass: Dayanne Martins Farias

domingo, 30 de agosto de 2015

Depois de uma cirurgia cardíaca, um AVC que comprometeu o lado direito



Não me perguntem qual a diferença entre AVC isquêmico e AVC hemorrágico porque até hoje, depois de haver sofrido um AVC isquêmico, aos 66 anos e  há mais de dois anos, não sei;
nenhum dos médicos que me examinaram de lá para cá — e foram muitos deles — me explicou; sei vagamente que o isquêmico é geralmente menos grave que o hemorrágico. Mais do que isso, não sei. Talvez seja pela minha falta de curiosidade em saber, talvez sejam pelas dificuldades dos médicos em traduzir para uma linguagem compreensível certas particularidades científicas, talvez seja pela soma das duas coisas,  talvez.

Meu AVC—isquêmico, segundo o prontuário da Unicamp e inúmeros laudos expedidos por especialistas diversos — veio à cavalo de uma cirurgia que fui obrigado a fazer para desobstruir artérias cardíacas, muito maltratadas por uma alimentação pouco saudável e o maldito vício do cigarro; havia feito cateterismo com esperança de escapar da cirurgia, rezando para que, quando muito, eu conseguisse resolver meus problemas cardíacos com a implantação de um ou dois stents. Eu vinha tendo picos altíssimos de pressão alta; já tomava vários remédios para controle, mas nenhum deles estava mais resolvendo.

A situação das minhas artérias era, contudo, trágica; tinha algumas delas com até 80% de obstrução e uma principal totalmente entupida. Não enfartei porque o sangue encontrou um jeito de continuar chegando ao coração por um atalho. Precisei implantar duas pontes de safena de grande porte e uma mamária.
Eu era um paciente muito bem informado sobre suas condições de saúde e os riscos do tratamento; vivia plugado no dr. Google de modo obsessivo. Sabia, por exemplo, que os riscos de eu ter um AVC durante a cirurgia eram altos porque iria enfrentar mais de três horas de circulação extracorpórea – nela, seu coração e pulmões são desligados e a máquina entra em cena par fazer o papel desses órgãos.  Os riscos de complicações nesse período são muito altos.

Eu não tinha outra escolha, segundo o cardiologista que me indicou para cirurgia na U
​nicamp
 (Universidade Estadual de Campinas); tive muito medo, mas enfrentei a cirurgia com estoicismo.
O AVC me trouxe paralisia da perna direita e do braço direito; tudo ocorreu em fins de julho de 2013; meu braço está bem recuperado mas a perna dá poucos avisos de que vai-se restabelecer. Já passei por três internações no Instituto Lucy Montoro; tinha esperança que nesta última voltaria a andar, mas 

​n​ão foi desta vez — fisioterapeutas identificaram fraqueza dos músculos da bacia. Tiveram de adiar o prometido plano de marcha.
Tenho um blog onde escrevo crônicas não só sobre minha nova condição de vida mas também sobre política e outras percepções que me são oferecidas pela minha condição de jornalista (osobreviventeavc.blogspot.com.br). Já escrevi ali que fisioterapia é uma técnica aplicada por moços e moças saudáveis e bem nutridos, geralmente bastante dolorida, e que tem por objetivo deixar uma pessoa o mais parecida possível com aquilo que ela já foi; conto isso para os fisioterapeutas do Lucy e eles dão sempre boas risadas.

Dirceu Pio
​dirceupio@yahoo.com.br 

Dois AVCs, muitas convulsões


Meu nome é Sizerlandia e tenho hoje 34 anos. No dia 30 de agosto de 2013 eu estava trabalhando em uma recepção de uma clínica médica, quando senti uma dor de cabeça forte e estranha com a sensação de náuseas. A minha última lembrança é de estar tentando vomitar no banheiro quando uma paciente ouviu meus gemidos o cardiologista da empresa fez aferição da minha pressão arterial. Me lembro dele pedir que eu fosse encaminhada com urgência para um hospital, assim foi feito.

Tive todos os atendimentos de imediatos fiquei internada por uma semana fui atendida e medicada por um AVC isquêmico, recebi a alta sem a confirmação do hospital e dos especialistas que me acompanharam se o que tive foi realmente um AVC, mas manteve a medicação indicada para AVC, depois disso passei a ter frequentes convulsões, hoje, faço acompanhamento com psiquiatra tomo 3 medicações psiquiátricas, faço tratamento com hematologista que foi bem sincera em dizer que eu havia tido um AVC mas ela não conseguiu achar a causa alem do colesterol um pouco alto.
Faço acompanhamento com neurologista, tomo várias medicações, entre elas a de convulsão que são 08 comprimidos de 200 mg cada. Faço acompanhamento com cardiologista onde tomo também em torno de 05 tipos de medicações diferentes, entre estes os anticoagulantes, então faço tudo como é orientado pelos especialistas e as convulsões ainda tenho e parece que cada dia que passa são mais fortes.
No último dia 21 de junho 2015, estava indo a uma consulta com o neuro pois minha pressão estava descontrolada, tive uma crise convulsiva muito forte dentro do hospital, realizaram uma tomografia e constou um novo AVC.
Tomo 10 tipos de medicações com horários seguidos a risca, e ainda continuo sofrendo ainda estou afastada do trabalho, e ainda não tenho respostas médicas.
Nesta última vez ouvi os médicos discutindo meu caso onde a médica dizia que não entendia por que as convulsões eu estava consciente e lúcida. Ao fazer o teste de agulhas eu estava de olhos fechados mas ouvia os médicos dizer em termos técnicos que eu estava com paresia bilateral pois eu não sentia as agulhas. Às vezes fico desesperada sem saber onde e como me tratar, deixei de ser a pessoa que era hoje não consigo subir escadas pois o cansaço e a pressão na cabeça e tanta que as convulsões vem em seguidas. Deixei de viver pois não consigo fazer quase nada, sou persistente enfrento ate o limite do meu corpo só que com estas convulsões estou me degradando muito, mas não quero parar minha vida sou uma mulher jovem que tenho a vida toda pela frente, só tenho 34 anos. Sou casada há 10 anos não tive filhos ainda, e por incrível que pareça nem a esposa que era posso ser mais, se alguém poder me dar uma dica ou um tipo de tratamento eu agradeço.

obrigada

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Começou com formigamento....

Olá, meu nome é Simone, tive um AVC há 5 anos e sobrevivi!

Era outubro de 2010, um domingo à tarde!

Eu estava arrumando o guarda-roupa da minha filha e ia e voltava do quarto pra área de serviço.

Numa dessas idas e vindas, senti algo estranho, mas muito sutil, um leve formigamento, quase um arrepio por todo lado esquerdo do meu corpo.

Parei no meio do caminho e me dirigi ao meu marido para contar sobre a sensação estranha.

Quando abri a boca para falar, simplesmente as palavras não saiam e não saiam e ele achou que eu estava brincando.

Foi quando vi a expressão dele me olhando que me dei conta de que alguma coisa grave tinha acabado de acontecer.

Fui pra frente do espelho ver o porque daquela cara que ele fez e quando tentei falar, minha boca entortou para um lado.

Pedi papel e caneta e quando tentei escrever, não conseguia transmitir nada pro papel, parecia que meu pensamento estava funcionando perfeitamente, mas meu cérebro não passava os comandos para a boca e as mãos não escreviam nada.

Meu marido ligou pra minha irmã e disse apenas que eu não estava me sentindo bem, mas ela já apareceu lá de taxi!

Fomos pro Pronto Socorro e apesar do médico ter feito exames que indicavam um AVC (*), disgnosticou-me com uma paralisia facial temporária provavelmente devido a um stress!

(*) Ele me pediu para falar, fechar os olhos e levantar os braços, apertar a mão dele.

Tentei tomar um copo d´água e qual não foi meu espanto quando engasguei e cuspi a água toda, pois minha língua parecia não caber dentro da boca.

Foi então que resolvemos ir para uma cidade uns 50 minutos mais próxima e procurar ajuda em um grande hospital.

Ao chegar na emergência, o médico fez os mesmo exames preliminares (*) e já suspeitou de um AVC, fez um eletro, me deu um remédio sublingual, enfim, fui medicada.

Fui internada e os dias seguintes foram para determinar o que provocou o AVE – Acidente vascular encefálico, segundo um dos médicos.

De cara foram descartados: diabetes, hipertensão, tabagismo, altos índices de colesterol e/ou triglicerídeos e eu não fazia uso de anticoncepcionais.

Tomografia computadorizada, ressonância magnética, mas foi com o ecocardiograma transesofágico que verificaram que possuo um FOP (forame oval patente) – um buraquinho entre os átrios esquerdo e direito do coração, que deveria ter se fechado naturalmente na infância, mas que no meu caso e de aproximadamente 20% da população adulta, não se fechou!

Depois ainda fui submetida a uma angiografia cerebral para verificar a gravidade do AVC e infindáveis exames de sangue, etc.

No total, fiquei internada duas semanas e a cada dia minha fala melhorava mais, porque eu estava falando totalmente embolado.

Voltei ao hospital um mês depois para novo ecocardiograma a fim de avaliar o volume de fluxo sanguínio que escapa de vez em quando pelo FOP, e um especialista me disse que não haveria necessidade de fechar o forame com uma prótese do tamanho de um gão de arroz e que na época custava R$90mil!

Passei um ano ingerindo anticoagulante e fazendo exames de sangue regulares, após esse período fui aconselhada a tomar 02 A.A.S infantil após o almoço, todos os dia, pra sempre.

Atualmente encontro-me com a fala 99% normal – serio, tive uma melhora ao longo do tempo, mas tenho tido problemas no estômago, acredito que por conta do A.A.S.

Daquele episódio ficou a lembrança de como o nosso cérebro é fantástico, porque eu pensava, mas não conseguia executar, e as pessoas me tratavam como se eu estivesse meio lelé, sabe? Hoje rimos de tudo, mas foram dias de muita incerteza, principalmente nos primeiros dias, nas primeiras horas.

Eu pensei que as limitações iam evoluir até o ponto de eu não andar, falar e nem mesmo raciocinar direito e graças a Deus, pouco tempo depois eu já me sentia normal.

Então é isso, tive um AVC e sobreviví!

Contra todos prognósticos negativos

Boa tarde...meu nome é Sandra e minha mãe Elvira teve avc no mês de e fevereiro de 2014....ficamos 3 meses na UTI de um hospital em São Paulo..
Os médicos disseram que era gravíssimo e que ela não iria andar mais, nem falar, que não sairia da respiração mecânica e que para ir para casa somente com home care....foram 3 meses de muita luta, oração, e força de vontade dela que hoje (abril de 2015) ela está em casa falando, comendo de tudo e sozinha, respirando normal, mexendo perfeitamente o lado direito....falta pouco para ficar em pé.... Ela faz muita fisioterapia....
Quero dizer para todos que estão desesperados e preocupados que confiem em Deus e tudo vai dar certo....o AVC tem recuperação sim...é grave porém reversível.... E Deus pode curar completamente....sei que em breve minha mãe estará andando e voltarei aqui para postar a foto dela e testemunhar mais um milagre.  Abraços e Deus abençoe a todos.

3 anos de luta


Foi no dia 15/12/2011 que tudo aconteceu. Levantei normalmente, um pouco mais cedo pois estava fazendo um curso pela empresa e tinha que pegar a conduçao.
Depois do curso, que terminou dia 16/12/2011, FERIAS com a atual ex-mulher e 2 filhos; eu ja tinha reservado e pago o hotel.
A ultima coisa que me lembro e ser levado para o hospital da UNIMED, em Macae, onde ficava de segunda a sexta, para trabalhar.
Em Macae, fiquei internado por 2 semanas ate ser transferido para o COPA'DOR, no Rio, onde fiquei internado ate 22/02/2012, ou seja foram 2 meses internado e os medicos dizem que, meu AVC de tronco, foi uma fatalidade o que aconteceu comigo, ja que era saudavel, nao fumava, bebia socialmente, praticava exercicios regularmente e mantinha meus exames de saude em dia.
Atualmente, faço fisioterapia todos dias, fonoaudiologia 4x/semana, terapia ocupacional 2x, hidroterapia mais 2x e voltei a trabalhar via HOME & OFFICE.

após 3 anos, muitas vitórias

Me chamo Paulo, há 3 anos sofri um AVC hemorragico. As segundas feiras não trabalhava,passei todo dia super bem,estava assistindo TV na sala, minha esposa já havia deitado. Por volta das 22horas comecei a sentir dores fortíssimas de cabeça, clarões como se fossem de flashes me faziam quase perder a visão. Fui tateando até o quarto e chamei minha esposa para ir comigo até o hospital, enquanto ela se vestia deitei,ela me chamou para irmos mas disse que estava melhorando,ela me deu um analgésico e eu segundo ela "adormeci". No dia seguinte como não havia levantado e já era 9horas ela foi até o quarto, estranhou minha posição abriu as janelas e segundo ela estava pálido com olheiras tentou me acordar e não conseguiu, saiu desesperada para pedir ajuda, já estava em COMA. Fui internado e permaneci em COMA por 10 dias no CTI. Fiz traqueostomia, no 10 dia os médicos chamaram minha esposa e meu filhos e disseram que haviam desistido da cirurgia pois eu não resistiria já que tinha 7 pontos de sangramento e que minha morte era eminente e que os aparelhos seriam desligado no dia seguinte. Segundo me contaram quando os médicos na parte da manhã foram para desligarem os aparelhos eu estava acordado. Fiquei mais 7 dias hospitalizado para tratamento de uma infecção respiratória. Voltei para casa em uma cadeira de rodas. Aos poucos com fisioterapia fui melhorando, minha grande alegria foi quando consegui calçar minhas meias sozinho. Hoje praticamente estou sem sequelas,me esqueço facilmente de coisas atuais,perdi um pouco o sentido de equilíbrio quando ando,mas caminho sozinho. E as respostas que os médicos não conseguiram dar para mim é simples.... DEUS.        Se alguém quiser manter contato meu e-mail é.   pcastromoreira@hotmail. com

Superação, com mutos exercícios

Antes do AVC o Adilson era bem ativo estava com 40 anos, trabalhava e estudava, quando aconteceu ele estava se preparando para ir trabalhar quando ele sentiu se mal, não sabíamos o que era e esperamos ver se ele melhorava mas foi piorando a fala foi enrolando e chegou a cair chamei o Samu que também não identificou mas mesmo assim com muita insistência eles levaram para o pronto socorro quando o medico olhou na hora ele falou que era um AVC fez todos os exames que constatou AVC isquêmico bem grande que afetou todo o lado direito a causa pressão alta e colesterol,ficou internado 5 dias e saiu de la na cadeira de rodas não consegui andar, e nem conseguia comer com as proprias mãos afetou principalmente a fala e a escrita mas aos poucos e muita força e fé ele foi se recuperando fazendo fisioterapia e fono até que conseguiu ir para a academia. foi dificil para ele aceitar que perdeu a fala, no primeiro ano ele chorava muito ficava nervoso mas graças a Deus hoje esta mais calmo.
Hoje já faz 3 anos que tudo isso aconteceu não esta trabalhando mais se aposentou , continua indo todos os dias na academia que lhe deu autoestima e logico fez parte da recuperação.seu lema hoje é Fé e Força.

Fé ajuda a superar

Tive um AVC HEMORAGICO há 4 anos. Toda segunda-feira era meu dia de folga, estava bem até umas 22hs, quando comecei a sentir fortes dores de cabeça,e uma sensação de uma luz forte como se fossem flashes. Fui até o quarto e chamei minha esposa para irmos ao hospital, enquanto ela vestia a roupa eu deitei na cama ela insistiu para irmos mas disse que estava melhorando,pronto foi a ultima coisa que me lembro. Pela manhã como não acordava ela abriu as janelas e segundo ela estava pálido e com fortes olheiras,já estava em coma. Permaneci no CIT por 10 dias em coma. Do nono para o décimo dia os médicos avisaram minha esposa e meus dois filhos que nada podiam fazer,haviam desistido da cirurgia por eu ter 7 pontos de sangramento e que minha morte era certa já que no dia seguinte desligaram os aparelhos. No 10 dia simplesmente voltei, os médicos não tinham explicação, fiquei internado por mais 7 dias tratando de uma infecção respiratória( fiz traqueostomia) quando voltei para casa, fui numa cadeira de rodas, hoje sem sequelas praticamente nenhuma,fiquei sem muito sentido de orientação quando ando, esqueço com frequência às coisas que me acontecem, mas, nada que não posa conviver. E os que os médicos não conseguiram explicar para mim está claríssimo.... DEUS

Aos 92 anos, na luta...

Olá!
Minha tia Ângela de 92 anos de idade,sofreu um avc há 3 anos.
Graças a Deus e ao Dr.Maurer está viva e muito bem! As sequelas
foi um pouco de dificuldade pra falar,porque se atrapalha com o nome das coisas.Reconhece a todos.atende telefone. É vaidosa se penteia sozinha.sabe alguns cálculos de cabeça, conta de 1 a 20 de trás pra frente.
Entende perfeitamente tudo que se conversa...mas quando participa do papo se atrapalha com as palavras...as vezes.Come sozinha...vai ao banheiro...
Foi um milagre de Deus! Caminha...devagar mas caminha.Fez 1 ano de fisioterapia diariamente.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Superando e criando os filhos


Boa noite meu nome é Ana Paula. Tive um avch quando estava trabalhando  em um albegue e estudava para técnica de enfermagem. Era noite estava feliz porque estava já terminando o 3 módulo, em um estágio no setor de cirurgia intensiva UTI, cuidando de uma pacientes. 
Estava com a minha pressão 22/10quando senti um grande dor de cabeça. Meu professor me dispensou e fui pra casa. Chegando em casa tomei banho e fui ter relações sexual com meu esposo quando eu tive um AVCH na hora da relação. Meu esposo se desespero me socorreu muito rápido. Fui direto pra UTI, imagime como todos ficaram com dó de me ver.
Meu esposo perguntou se eu tinha como eu escapar, os médico disseram que o meu cérebro não respondia, mas não tinha jeito, se eu voltasse, eu ia ficar vegetando. Se passaram meses, um dia Deus teve misericórdia é eu voltei, Não falava,não sabia quem eram as pessoas. Foi muito doloroso pra meus filhos. Eu tinha 32 anos. Quando voltei pra casa foi pior: eu não me sentava, andava em uma cadeira de rodas, não sabia quem era meus filhos  ou meu esposo. Usava fraldas descartáveis, não sabia nada.
Mas sou evangélica e falo da palavras de Deus. Aconteceu algo lindo lembrei do meu esposo. Com meu esforço levantei da cama,minha memória voltou. Voltei a estudar, me formei como técnica de enfermagem. Resgatei meu casamento, fizemos 20 anos de casados e estou criando meus filhos. Um tinha 5 anos na época que aconteceu e minha caçula tinha 2 anos. Eu caminho com uma bengala, na cidade, em casa ando sem bengala,ando sozinha.
Faço comida com uma não só. Lavo roupa com uma mão só, namoro muito com meu esposo. Sou feliz mesmo com as limitações. 
Meu lado esquerdo e todo paralisado sou sequela da de hemiplegia. Mas agradeco a oportunidade de vida que mim resta a um mês atraz sofri um desmaio e tive a primeira confusão, eu tenho só a metade do cérebro mas tudo bem . Não desista, você consegue. Veja o que Deus conquistou pra mim. Boa noite, tenho 42 anos, vc não está sozinho. Entre em contato comingo.

anapaula_silva2121@hotmail.com

domingo, 4 de janeiro de 2015

AVISO

Não temos como intermediar contatos com pessoas que enviaram depoimentos ou comentários. Vcs podem apenas escrever diretamente para os e-mails das pessoas que assinaram a publicação, fornecendo seu endereço eletrônico.
Também não dá para indicarmos remédios que outras pessoas utilizaram e tiveram bom resultado.  Cada paciente deve procurar orientação com um médico pois a situação é única. O que deu certo para uma pessoa pode trazer até complicações para outra. 
Agradecemos a compreensão!
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