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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Após 6 anos, aproveitando a vida, com limitações


Eu começo a minha história assim: era uma vez uma menina feliz, que teve uma infância e uma adolescência em uma cidade do interior de Minas. Ela sonhou estudar e fazer uma faculdade. Como a minha família era classe média não tinha recursos para manter os 3 filhos na capital para estudar, o meu pai como tinha parentes em Belo Horizonte, resolveu mudar da cidade do interior,que só tinha segundo grau e trazer toda família para Belo Horizonte. A nossa mudança veio toda junto com a família em um caminhão de mudanças.

Chegamos já tinha um apartamento alugado no bairro Carlos Prates para a família estudar. Assim que chegamos meu pai foi colocando cada filho para estudar. Eu consegui uma bolsa de estudos no colégio Anchieta em BH. Sempre fui inteligente. Para manter a bolsa tinha de tirar boas notas. Sempre fui estudiosa e tirava isto fácil. Como morávamos em uma cidade de muito calor, no início foi difícil acostumar com o clima de BH. Tivemos de comprar roupas de frio. Tivemos de acostumar com roupas de frio e deixar os shorts e camisetas que sempre usávamos no interior. 
A minha irmã começou estudar Psicologia. Chegou a hora de eu decidir a minha vida e escolher a minha carreira. Foi quando conheci uma prima que fazia Jornalismo. Eu comecei sair com a turma dela. Eu era a mascote da turma pois era bem mais nova. Encantei pela turma e pelas festas realizadas pela turma. Pois o pessoal de  Comunicação Social é bem festeiro. Fiz vestibular para Comunicação Social e no quinto período decidi pelo jornalismo pois adoro escrever. Estudei e me formei na faculdade de Ciências e Letras de Belo Horizonte, conhecida por Fafi BH.
Comecei a carreira em um jornal de BH conhecido por Diário de Minas. Conhecido por formar bons jornalistas em BH. Depois do jornal passei trabalhar em TV. Em telejornalismo. Mais na redação ou cozinha como é chamado quem não aparece na tela. Passei por vários veículos de comunicação em Belo Horizonte. O último foi a rede Minas de televisão.

Eu acordei bem cedo como fazia todo dia,pois pegava serviço às 6 horas da manhã. No dia 26 de junho de 2007. Eu estava arrumando para o trabalho quando desmaiei. Consegui levantar  e ir até a sala quando desmaiei de novo. Foi quando segurei em uma cadeira que fez barulho e aí minha irmã levantou e me viu deitada. Ela chamou imediatamente a ambulância da Unimed que me conduziu para o hospital Semper em Belo Horizonte.

Eu fiquei 20 dias no cti e 29 dias no apartamento. No segundo dia de cti eu já fiz a cirurgia.cai nas mãos de um ótimo neurologista. Saí do hospital em uma cadeira de rodas. Eu fiquei um ano na cadeiras de rodas. Foi o período mais difícil. Com ajuda da fisioterapia comecei a usar uma bota que chamam de tutor que comecei dar os meus primeiros passos. Hoje, já fez 6 anos. Hoje ainda em recuperação, já estou fazendo 3 caminhadas por semana. A minha agenda é cheia de compromissos de médicos fisioterapias e até terapia ocupacional. Tento aproveitar a vida mesmo com as minhas limitações.

No ano passado fiz uma viagem para Porto Seguro e neste ano, para Maceió. Não deixo por um momento ficar em depressão. Procuro viver o melhor possível dentro das minhas limitações. Hoje tenho um grupo na net, no facebook, que se chama Avc cuidado

Luciane - BH - MG

domingo, 19 de janeiro de 2014

Dois AVCs em pouco tempo

Oi, meu nome é Edlaene e tenho 36 anos. No dia 23/11/2013 tive um AVCH no qual fiquei na UTI por cinco dias . Logo após fui pro quarto, tinha ficado sem mexer o lado esquerdo do corpo, mas quando fui pro quarto já tinha voltado ao normal. Estava me sentindo bem e na segunda já tinha previsão de alta, mas infelizmente não foi o que aconteceu...
No domingo, dia 01/12/2013, acordei com dor de estômago e febre, me medicaram e fizeram exame para detectar uma suposta infecção, mas aconteceu durante a madrugada enquanto eu dormia e estava medicada. Tive outro AVCH e hoje me encontro com meu lado esquerdo do corpo com um pouco de  dificuldade de me locomover e mexer o braço. Minha fala está um pouco afetada mas dá pra entender tudo que eu falo. Os médicos me falaram que eu nasci de novo pois não aguentaria uma cirurgia. O coágulo esta numa parte difícil do cérebro,  a minha dificuldade é emocional pois não estou conseguindo lidar com esta situação pois antes eu era muito ativa e agora não consigo fazer nada. Tá muito difícil pra mim, por favor alguém me ajuda.

edlaene.nunes@hotmail.com

sábado, 18 de janeiro de 2014

Médico dizia que era sinusite

O meu nome e Janice e eu tive um AVC no ano de 2010. Eu tinha algumas dores de cabeça e fui ao médico, que me dizia que era sinusite. 
Só que no dia em que eu tomei o remédio  indicado pelo medico já entrei em coma em casa pois minha veia cerebral arrebentou se .

Eu fiquei no hospital João 23 de BH, vinte dias em coma. Depois fui me recuperando. Os médicos sempre diziam que era uma deficiente e que não conheceria e não falaria mais com ninguém. Mas o poder de Deus é muito mais forte, conheci a todos. Não tive nem um problema no andar,falar ou ver. 
Estou bem. Só sinto dores na operaçao que sempre pergunto ao neurologista mais nunca sabe me informar o porquê. sempre agradeço a Deus por esta bênção  na minha vida.

Janice - BH/MG

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

AVC de tronco e dor de cabeça


Em 08 de novembro de 2011 viajei para João Pessoa com meu pai (Argemiro Paulino de Souza, hj 78 anos) e minha filha. Íamos passar somente 10 dias um aniversário de 80 anos do cunhado do meu pai. Segundo ele relata ao descer do avião viu tudo escurecer mas nada comentou. Dois dias se passaram ele mais ou menos e se recusando ir ao medico. Isso deve ser coisas do avião (zumbido no ouvido).

No terceiro dia aceitou ir ao PS de uma cidadezinha no interior da Paraíba chamada Esperança a mais ou menos 2hs d João Pessoa. Uma medica atendeu medicou com um captopril em baixo da língua e liberou ele pra casa.
Por volta das 14hs ele pediu para ir ao medico novamente e ja com a perna esquerda já esquisita. Levei a um PS particular. Foi atendido e segundo me recordo a pressão estava 20/???. Em pouco tempo o diagnóstico um AVC...

Foram 3 dias no quarto e resolveram transferi-lo pro CTI. Já não tinha mais dinheiro pois só nestes três dias gastei 2500,00. Consegui uma vaga pelo SUS no CTI o hospital tinha uma ala do SUS e outra particular.
Ficava no hospital e minha filha sendo cuidada pelas primas e tias. Minha mãe estava no Rio. Tb tem pressão alta e a mesma idade dele por isso não contei nada a ela. Como ele tem a taxa de ácido úrico elevada e crises de gota q o impede de andar disse a ela q ele estava tendo uma dessas crises. Ela é claro q desconfiou mas... aceitou...

Os dez dias se passaram. Deixei a família cuidando dele. Voltei com minha filha q tinha aula (a essa altura do ano já estava passada mas tinha as provas do 4o. bimestre) e eu voltaria a trabalhar pois na verdade eu havia acumulado umas folgas e feriado de 15 e 20 de novembro.
Só quando cheguei ao Rio contei a minha mãe. Fui ate minha empresa onde trabalho há 14 anos. Pedi ferias urgente e eles me concederam. Cheguei numa quinta-feira e no domingo as 13hs ja estava no Hospital em Campina Grande. Na segunda, transferiram ele pro quarto nesse momento contatei q ele apresentava dificuldade de falar, na verdade nada tinha a ver com o AVC simplesmente não haviam limpado a prótese dentaria dele durante todos esses dias.

Quinze dias depois ele teve alta sem perder a consciência mas com o lado esquerdo paralisado.
Ficamos na casa da minha tia mais 15 dias aproximadamente fazendo fisioterapia particular e finalmente conseguimos autorização para voltar pro Rio.
De lá pra cá muitas consultas particulares e esperas do SUS.
Fisioterapia na ABBR um centro de reabilitação aqui do Rio de Janeiro, que atende pelo sus e particular. Ele não quis ajuda psicológica e nem da fono, somente a fisioterapia. No início se esforçou muito para superar e seu maior sonho era voltar a trabalhar como empalhador de cadeiras, oficio que aprendeu durante o período em que era porteiro e praticava a mais de 30 anos. 
Fiz uma ressonância de cranio em Março de 2012 e descobrimos que o AVC foi no tronco encefálico. Ele sente muitas tonturas e muita dor de cabeça. O braço esquerdo recuperou a força mas não tem coordenação. Assim como a perna também não tem firmeza. Ele sente muitas dores e dormência no braço.
Hoje em dia tem muita dor de cabeça. Esta fazendo tratamento no Instituto de Neurologia Deolindo Couto aqui no Rio e tem uma excelente assistência, muito embora ainda não tenhamos acertado as medicações. Atualmente Losartan 50mg + Venlafaxina 37,5mg (cafe) + 2 ass 100mg + tamarine (almoço) + sinvastatina 20mg + venlafaxina 75mg (jantar)
As ultimas tentativas que não funcionaram: depakene 250mg (melhorou a dor de cabeça mas ele ficou tento certa confusão mental, ouvindo vozes e histórias com vizinhos, perseguições) 
Propanolol 20mg cafe + 20mg jantar - abaixou de mais a pressão ao ponto dele urinar na cama...
Clonazepan 05mg a noite passava a manha querendo dormir... 
Hoje ele esta afastado da fisioterapia pois as tonturas o deixam inseguro para o tratamento. Tem um estado de constante irritabiidade, não suporta o barulho da TV ou qualquer outra música. Esta extremamente preocupado com a minha ausência (pois trabalho e saio de casa as 7 da manha e retorno as 20:30), minha mãe relata que as 17hs ele já começa a questionar minha presença.
Vocês tem alguma outra indicação de uma medicação para cessar esta dor de cabeça?

Claudia Azevedo
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