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sábado, 14 de fevereiro de 2015

Superando e criando os filhos


Boa noite meu nome é Ana Paula. Tive um avch quando estava trabalhando  em um albegue e estudava para técnica de enfermagem. Era noite estava feliz porque estava já terminando o 3 módulo, em um estágio no setor de cirurgia intensiva UTI, cuidando de uma pacientes. 
Estava com a minha pressão 22/10quando senti um grande dor de cabeça. Meu professor me dispensou e fui pra casa. Chegando em casa tomei banho e fui ter relações sexual com meu esposo quando eu tive um AVCH na hora da relação. Meu esposo se desespero me socorreu muito rápido. Fui direto pra UTI, imagime como todos ficaram com dó de me ver.
Meu esposo perguntou se eu tinha como eu escapar, os médico disseram que o meu cérebro não respondia, mas não tinha jeito, se eu voltasse, eu ia ficar vegetando. Se passaram meses, um dia Deus teve misericórdia é eu voltei, Não falava,não sabia quem eram as pessoas. Foi muito doloroso pra meus filhos. Eu tinha 32 anos. Quando voltei pra casa foi pior: eu não me sentava, andava em uma cadeira de rodas, não sabia quem era meus filhos  ou meu esposo. Usava fraldas descartáveis, não sabia nada.
Mas sou evangélica e falo da palavras de Deus. Aconteceu algo lindo lembrei do meu esposo. Com meu esforço levantei da cama,minha memória voltou. Voltei a estudar, me formei como técnica de enfermagem. Resgatei meu casamento, fizemos 20 anos de casados e estou criando meus filhos. Um tinha 5 anos na época que aconteceu e minha caçula tinha 2 anos. Eu caminho com uma bengala, na cidade, em casa ando sem bengala,ando sozinha.
Faço comida com uma não só. Lavo roupa com uma mão só, namoro muito com meu esposo. Sou feliz mesmo com as limitações. 
Meu lado esquerdo e todo paralisado sou sequela da de hemiplegia. Mas agradeco a oportunidade de vida que mim resta a um mês atraz sofri um desmaio e tive a primeira confusão, eu tenho só a metade do cérebro mas tudo bem . Não desista, você consegue. Veja o que Deus conquistou pra mim. Boa noite, tenho 42 anos, vc não está sozinho. Entre em contato comingo.

anapaula_silva2121@hotmail.com

domingo, 4 de janeiro de 2015

AVISO

Não temos como intermediar contatos com pessoas que enviaram depoimentos ou comentários. Vcs podem apenas escrever diretamente para os e-mails das pessoas que assinaram a publicação, fornecendo seu endereço eletrônico.
Também não dá para indicarmos remédios que outras pessoas utilizaram e tiveram bom resultado.  Cada paciente deve procurar orientação com um médico pois a situação é única. O que deu certo para uma pessoa pode trazer até complicações para outra. 
Agradecemos a compreensão!

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

AVC após bariátrica

ola..meu nome eh Eliana do Prado, queria dividir com vcs a minha historia, que nada eh do que igual a muitas outras mas com uma diferenca.. o que era pra ser meu vilao hoje eh o meu salva vida..o AVC Hemorragico.

Foi dia 26 de agosto de 2012 eu internei 6 hs para uma cirurgia as 7 hs, bariatrica, foi meu primeiro engano..eu nao me enquadrava nos requisitos obesidade morbida, pesava 96 kg e media 1,73 cm..

As 11hs o medico terminou a cirugia e me colocou na sala de recuperacao, ainda anestesiada, 17hs a minha estava em desespero querendo me ver pois nao tinha voltado da anestesia, qdo ela me viu e descobrir a coberta que me cobria ela viu muito sangue, estava tendo hemorragia, a maquina que via pulsacao apitava sem parar, estava vendo um choque, faltou oxigenio no cerebro e consequentemente me deu AVC hemorragico..o medido perfurou o meu baco e o meu fiado..em desespero pela vida, eu lutei com todas as armas e foi ai que eu conheci o terrivel avc.

Fiquei 8 dias de coma sem perspectiva que fosse viver, 2 meses de hospital, 6 meses de cadeira de rodas, 1 ano para voltar a falar e poder lembrar das coisas..
Hj eu  sinto que voltei a vida..sou sozinha..e me viro como posso, o meu lado direito esta lesionado motoricamente, mas eu dirijo, tirei carta e comprei um carro adptado, lavo  loucas, faco comida, tomo banho, visto roupa, penteio o cabelo, faco maquiagem, ando com a ajuda de muleta, enfim..sou independente.

Nao eh facil, mas busco incessantemente a melhora, perdi ao mesmo tempo a loja que durante 15 anos eu a tive, nao tive condicoes de toca-la, perdi dinheiro, amigos, minhas filhas cuidam da vida delas..no comeco pode ate ser que ajudam..mas depois eh voce..SO VOCE.

Essa eh a  minha historia  de superacao..todo dia..alegria, otimismo, valorizacao da vida..

Um grande abraco,

Eliana Prado.

sábado, 20 de dezembro de 2014

AOS 19 ANOS... recuperada em um ano

Olá, venho por meio deste contar minha história. Tenho 19 anos, e no dia 14 de janeiro de 2014 eu comecei a sentir muita dor de cabeça, mas como tenho hipermetropia (dificuldade de ver de perto, como em leituras por ex ) era normal acontecer de vez em quando, então tomei um remédio e continuei trabalhando.
Depois do almoço, vomitei e não me sentia nada bem, resolvi então ir ao hospital, pelo Sus, na emergência. Aí depois de umas duas horas mais ou menos me atenderam, ai como eu disse que estava com dor de cabeça e vomitando, o médico nem me olhou na cara, simplesmente me encaminhou pro soro, onde me deu alguns remédios e me liberou. Voltei pra casa meio grogue e logo fui dormir.
No outro dia, eu estranhei muito que acordei ainda com dor de cabeça (normalmente quando é da hipermetropia com uma noite de sono ela vai embora) mas como tava começando num trabalho novo, tomei um remédio e fui pra lá. Durante esse dia, comi pouco pra não piorar o estômago, e passei o dia todo com dor de cabeça. Quando cheguei em casa de noite pedi pra mãe uma sopa, pois estava com fome mas não queria nada pesado. Comi e fui dormir, e essa é a ultima coisa de que me recordo. 
Por volta das duas da manhã, minha mãe acordou ouvindo sons de vômito no meu quarto, e foi pra lá. 
Diz ela que eu estava vomitando deitada, então ela me acordou e me levou pro banheiro, lá ela fez uns chás e me deu remédios, mas segundo ela eu ainda falava e caminhava normalmente. Quando parei de vomitar ela me disse pra voltar pra cama, e eu disse que queria ficar mais no banheiro. Ela então voltou e acabou dormindo, acordando só as 5h com o despertador. Quando acordou lembrou de mim e veio rápido pra ver como eu estava, me contou que ao chegar no banheiro eu estava sentada no chão e havia feito várias bolinhas de papel higiênico e jogado no chão, já não falava ou caminhava, sequer ficava de pé. 
Então me levou para o hospital aqui de Gramado RS, lá fui atendida por um ótimo neurologista, que logo me encaminhou para a tomografia, e constatou: havia se formado um coágulo na minha veio de galeno (pra quem não sabe, assim como eu não sabia, essa é uma veia localizada bem no meio do cérebro, e por isso inoperável), logo me medicaram então e eu fiquei ali esperando uma vaga em um hospital de Caxias do Sul, ali, pelo que me contam, minha situação era devastadora. Eu rugia com os dentes e me debatia com o lado direito na maca, mobilizei o hospital todo. Durante a noite, finalmente consegui uma vaga lá e fui na ambulância mesmo, chegando em 40 minutos  (normalmente leva-se 1h30min). Logo quando cheguei, me induziram ao coma e disseram pra minha mãe: "Essa é uma trombose muito rara, e com 90% de morte".
Minha mãe entrou em desespero. Enquanto eu estava em coma na cti uma médica sempre dizia pra ela "É melhor a senhora ir se conformando, que seeeee ela sobreviver vai passar o resto da vida vegetando, a senhora vai levar um bebê pra casa."
Passei um mês em coma e mais 15 dias no hospital, já com sonda, traqueostomia, fraldas, e sem nenhuma consciência. Quando voltei pra casa demorou ainda mais de um mês pra ficar bem consciente, eu tomava cerca de 8 remédios, de 4h/4h, via sonda, estava com meu lado esquerdo totalmente paralisado. 
Bom, em abril eu tirei a traqueo e comecei a fazer acompanhamento com fonoaudióloga e fisioterapeutas. Logo voltei a andar e tirei as fraldas e a sonda.
Hoje em dia, faço tudo sozinha, falo normalmente e tomo só dois remédios. Sigo com acompanhamento de fisios, mas pra como eu estava já posso dizer que nasci de novo. Cada dia é uma vitória nova, e isso tudo serviu pra ver a vida bem diferente, dou muito mais valor agora pra pequenas coisas e realizações. Agradeço todo o dia a Deus por ter me dado essa segunda chance. 
Falei recentemente com o neuro que me diagnosticou e ele disse que a minha trombose foi tão grave que minha recuperação tá excepcional, por nem fazer um ano ainda eu devia ta de cama. Me manifestei aqui pois logo que fiquei consciente enfrentei uma grande depressão, mas amigos, quem tem Deus, tem tudo. A vitória é certa pra todos. Acreditem.


terça-feira, 14 de outubro de 2014

Jovem grávida se recupera

Boa noite o meu nome é Ana, tenho 20 anos, sou de Almada em Setúbal na margem Sul do Tejo, e gostaria de contar a minha história. 
Em agosto de 2012 estava gravida de quase 7meses e nunca pensaria que um dia me acontecesse algo assim, andava sempre cheia de dores ma disposicao e os medicos diziam que era tudo normal e que estava tudo bem. ate ao dia 26 de agosto que nao aguentava mais e fui para o hospital. no hospital avaliaram o meu estado e mediram a tensao arterial, eu um pouco desorientada so via os medicos aos gritos  a trazerem varios medidores de tensao. mediram a pressao umas 10 vezes ate que olhei para a maquina e la estava sis 140 / dis 109 nao fazia ideia o que queria dizer esses numeros ate o medico me dizer que corria perigo de vida e tinha de ficar internada para um parto de urgencia. ai entao quiz saber o que se passava e la me disseram que estava com eclampsia. nunca tinha ouvido falar em tal coisa.. internaram me, fizeram o parto de urgencia e disseram me que ja estava tudo bem .que a TA ia estabilizar nos dias seguintes, continuei a ser vigiada e nada previa o que aconteceu 2dias depois . Acordei com uma forte dor na barriga e sem forca nas pernas levantei-me da cama e cai. estava a ter convulsoes e ninguem sabia o porque..  as convulsoes foram causadas por um pico hipertensivo sis201/dis 109 .. fui medicada e tiveram de me induzir o coma pois a ta nao parava de subir .. e entao foi ai que descobriram que as convulsoes foram provocadas por um AVC hemorragico sub aracnoide .. o meu diagnostico era bastante reservado. tudo indicava que nao iria sobreviver ate que 3 dias depois do coma acordei como se nada se passasse com 3 cateteres na jugular. nao sabia o que tinha acontecido ate quase ao fim do internamento. estive 9 dias nos cuidados intensivos e quando a tensao estabilizou levaram me para unidade de saude diferenciados onde eu passei mais 20 dias e entao quis saber tudo o que se passou comigo. estudei o meu caso com as enfermeiras pesquisei casos como o meu e descobri que sou um caso raro, de sobrevivencia pois este tipo de avc tem uma taxa de mortalidade altissima ainda por cima numa jovem com as defesas en baixo pois os meus rins nao funcionavam e tinha as plaquetas baixas entre muitos outros problemas. hoje estou aqui sem nenhm problema,sou saudavel e tenho um filho saudavel e cheio de vida. Agradeco a Deus todos os dias por me ter dado uma segunda chance de viver :
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