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domingo, 27 de agosto de 2017

AVCH e medo de ter outro


Eu tive um AVCH no dia 19/11/2015. Tive que fazer a craniotomia, fiquei 14 dias na UTI, sendo que 1 em coma e mais 8 dias no quarto. Tive o meu lado direto paralisado, sai do hospital sem mexer este lado, no dia 10/12/2015 tive alta. Com muita fé em Deus e com a ajuda de familiares no dia 31/12/2015 consegui subir a escada da minha casa andando, apenas com o auxílio de um familiar. No dia 28/04/2016, fiz uma cranioplastia. Ainda tenho dificuldades de andar e movimentar o braço direito, mas tenho muita fé em Deus e no mundo espiritual que logo estarei 100℅. Mas por não terem encontrado a causa do meu avc, tenho medo de ter outro
Célia Eloy

2 AVCs seguidos e mudança de vida


Olá a todos leitores! Localizei este blog e depois de ler alguns casos, senti que deveria também expor o ocorrido em minha vida. Eu, RGPMelo, aos 42 anos, não bebia, não fumava, não estava ociosa, pressão arterial baixa, enfim, no dia 19 de agosto de 2014, acordei as 3h30m com uma dor de cabeça violenta, levantei, comecei a falar de forma estranha e o chão não estava muito normal. Logo, pedi ao meu marido que me levasse para o hospital. Ainda tive tempo para trocar a roupa de minha filha e também trocar a minha roupa, então, saímos e chegamos ao hospital o que foi rápido devido o horário que não tinha transito e por residir perto.
Chegando, fui direto para a urgência, comecei a vomitar e evacuar, a dor de cabeça era tão forte que queria sair do meu corpo.Lembro que a ultima imagem que vi neste dia foi o enfermeiro me colocando em uma cadeira de rodas e então eu desmaiei, este foi o primeiro avch e primeiro caso na família.
No dia 21, após 2 dias, já no bloco e em coma, tive o segundo avch com maior extensão, pois, tenho uma cirurgia do alto da cabeça até o pescoço. Foram um total de 40 dias de hospital. Fui para UTI e depois para o quarto. Sei que não é fácil para quem acompanha. Meu esposo foi a pessoa mais próxima que ficou comigo, o tempo todo e teve que se manter, pois o baque que ele e toda a família recebeu foi violenta e como li em um comentário "a família" também sofre junto e muito mais, pois, eu  estava fora do mundo real, já meu esposo sofreu muito.bastante. Quero deixar para todos leitores, que depois do ocorrido, minha vida mudou. Abri meus olhos, outra mentalidade, outra visão. Mudou para um significado muito mais alto, muito mais importante, onde estou aprendendo e buscando o entendimento espiritual. A vida que tinha, era do corre corre do dia a dia, vivia tudo de forma que era normal para o mundo. Sendo que, a nossa vida aqui neste mundo tem um significado maior e que muitos, infelizmente, não buscam a verdade da nossa existência, não abrem os olhos do entendimento. Então, acordei literalmente e agradeço ao PAI ETERNO, CRIADOR e SALVADOR, meu único caminho, por não ter desistido de mim. Louvo a ELE, por ter me dado esta grande oportunidade de acordar para a verdadeira Vida. Hoje, sei que ELE me salvou por 3x. A primeira no madeiro, quando morreu por mim, a segunda, neste ocorrido, em que, minha recuperação está sendo maravilhosa, não fiquei com nenhuma sequela e a terceira é aprender o verdadeiro sentido da Palavra Sagrada do nosso CRIADOR. Somos a Igreja, templo e casa do Espírito do Eterno e Pai Altíssimo. Deixo a todos o que devemos fazer: vamos acordar para buscar o nosso SALVADOR que nos dá o ar todos os dias da nossa vida, buscá-LO de forma verdadeira, pois, a verdade nos LIBERTARÁ(João 8:32). E estas verdades darão outro sentido as suas vidas. "Muitos serão chamados e poucos escolhidos"(Mateus 22:14). Toda honra e toda gloria seja dada ao nosso CRIADOR E PAI ALTÍSSIMO(Romanos 11:36). "Haverá um só rebanho e um único pastor" (João  10:16). Agradeço a atenção de todos e que seja útil o meu testemunho. ASSIM SEJAS!!!!

Anticondepcional e negligência médica


Eu tenho 35 anos, e a 5 meses atrás eu sobrevivi a um AVC isquêmico
Também sou vítima do Anticoncepcional e negligência médica.
Eu estava com uma dores de cabeça muito forte no trabalho, foi pra casa dormir e mandei uma mensagem para o meu namorado e eu não estava me sentido muito bem.
Hoje ele chegou a minha para casa eu já não fala muito bem.
Daí fomos ao médico do São Camilo, depois de três de fui atendido, o médico percebeu  e eu não falando direito,  ele me pediu para fazer um eletro e me deu um Diazepan.
Eu fui pra  casa do meu namorado e dormi, quando acordei eu não estava sentido do um lado direto e a minha voz não saia.
Hoje eu estou vivendo um dia após o outro,  eu teve efeito fisioterapia, fono e pilates.
Mais tem sido muito difícil por que eu quero me expressar e não consigo. O AVC atingiu toda a área da fala, então eu estou aprendendo a falar novamente e escrever a digitar ler em voz alta tudo estou aprendendo novamente.
Eu não sei si a uma voz vai recuperar como era, mais eu estou tentando de tudo.
Peço a Deus muito força para não cair em depressão, todos os dias eu levanta da minha cama forte para enfrentar mais um dia.

Grasi

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Recuperando com ajuda da família

Olá! Gostaria de contar um pouco a história da minha mãe. No dia 6 de fevereiro de 2017, ela acordou estranha, com o olhar perdido e não conseguia emitir nenhuma palavra. Meu pai e meu irmão julgando estranho o comportamento, levaram minha mãe para o pronto socorro. Moro em outro apartamento perto e meu irmão me avisou que estavam levando para o hospital e imediatamente fui ao encontro deles.
 Chegando lá minha mãe estava sentada, olhando para o nada e eu perguntava o que ela estava sentido e ela não respondia. Aquilo foi me agoniando, eu não sabia o que fazer. Passado alguns minutos, minha mãe começou a ter uma convulsão. Comecei a gritar e os médicos vieram prestar os socorros e meu marido a pegou no colo e colocou na maca. Dali, minha mãe foi levada direto para o CTI. Em seguida, a médica veio nos informar que a suspeita era de AVC hemorrágico. Essas primeiras horas foram de muita angústia e tristeza, tudo era dúvida e incerteza. No fim da tarde fomos vê- lá no cti no horário de visitas e ela havia acordado e estava conversando um pouco, apesar de estar muito confusa. Ficamos mais aliviados.
 Porém, os dias que se seguiram foram muitos difíceis. Foi constatado o AVC hemorrágico com pequeno sangramento e com o tratamento e as medicações, minha mãe dormia a maior parte do dia. No horário da visita, ela estava muito sonolenta e muito confusa. Foram 18 dias no Cti e depois foi transferida para o quarto. Nossa família recebeu diversas promessas de alta do cti anteriormente que não foram cumpridas, o que nos frustou diversas vezes, pois queríamos passar mais tempo perto dela, o que só seria possível no quarto. Durante o tempo no cti minha mãe chorava muito e chamava muito pela família. No fim, tivemos que fazer um pouco de pressão para ter alta para o quarto. A presença da família acompanhando tudo de perto é muito importante. No quarto, a recuperação foi bem rápida, ela começou a comer sem a sonda, conversava, dormia bem e ia ao banheiro com ajuda. Em 5 dias, minha mãe teve alta para casa. Desde sua alta, minha mãe está fazendo fisioterapia com Grandes progressos, no início, seu equilíbrio foi afetado, mas ela já está andando bem e sozinha sem ajuda. Estamos muito felizes e gratos com a recuperação dela, parece um milagre realmente. Esse blog me ajudou muito quando minha mãe estava internada, espero que minha história encha o coração de alguém de esperanças também. Obrigada
Poliane

Enviado do meu iPhone

Na luta após 16 anos

Ha 16 anos eu tive um avc hemorrágico,  na época me deram 8% de chances de sobreviver. Passei 08 dias na UTI e mais 08 dias num quarto com UTI semi-intensivo. Perdi os movimentos do meu lado direito, ñ conseguia formar frases e perdi td a sensibilidade do lado direito. Foram dias angustiantes no hospital, eu ñ sabia o q tinha acontecido comigo, estava consciente e não entendia pq nåo ia embora para casa. Mal sabia eu que minha pressão n abaixava, estava tomando aldomed de 500 mg na veia e a pressão n abaixava. Apos sair do hospital fui procurar acompanhamento médico, foi então q me senti perdido pois este médico me disse q eu n conseguiria dirigir mais, q ñ falaria direito, etc. Fui para casa arrasado. Junto a isto, os comentarios das pessoas que eu encontravam sempre me punham para baixo, pois diziam que tinham parentes, amigos que tiveram avc e logo dps tiveram outro e tinham morrido. Mas ñ me entreguei, Deus tinha me sado uma chance e eu n iria perde-la. Não conseguia dar um passo normal, andava mto, mas mto devagsr, quase arrastando. Comecei a andar no jsrdim de minha casa num espaço de 2 mts por 2 mts. Tds os dias caminhava naquele minusculo espaço. Não conseguia nem acelerar meu carro, sentia mtas dores, mas td dia entrava no carro e insistia, ate q um dia consegui tirar o carro da garagem. Hj 16 anos dps, dirijo e vou onde quero, ñ recuperei a sensibilidade do meu lado direito, mas recuperei a sensibilidade da sola do pé, onde consigo sentir os pedais do carro. Uso o freio con o pé esquerdo e por n sentir o câmbio da marcha, mudo as mesmas através da audição onde escuto o barulho do motor e passo as marchas no tempo. Continuo minha luta, toco violão, mas como perdi os movimentos sincronizados dos dedos, n consigo dedilhar, mas toco assim msm. Nåo podeemos desistir perante uma fstalidade desta. Confisnça em Deus em primeiro lugar e segundo a vontade de vencer, de voltar a ser como era antes. Resumi bastante td que passei, se alguembquiser saber mais detalhes, pode entrar em contato ppo email. teia.oliveira@uol.com.br
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