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sábado, 4 de março de 2017

10 anos de AVC


Olá,meu nome é João Alfredo
tenho 53 anos.Dia 24 de julho farei 11 anos de avc isquêmico.era um pouco obeso,muto estressado,me alimentava mal,tinha pressão alta,não fumava,praticava um pouco de esporte.Numa segunda-feira após um fim de semana muito estressante em que discuti e briguei com todo mundo,ao meio dia senti uma tontura muito forte,e os olhos começaram a ver luzes piscando (como uma luz fluorescente),cai no chão e me levantei. Fui no P.A medir a pressão (14x9),achei que ia melhorar e fui trabalhar a tarde,lá pelas 15:00,fui escrever e a caneta caiu da minha mão,dai senti que havia algo errado comigo,pedi socorro para um amigo que me levou de  volta novamente para o P.A onde o médico constatou que era um avc,mas não quis me remover alegando que o meu ''planinho de saúde'' não cobria a internação e teríamos que dar meia volta. (a cidade fica a 120km da capital e o ''planinho'' era o plano da unimed centro sul). Depois de um tempo descubri que não queria ir pois seu plantão terminaria as 20:00.Após amigos literalmente ameaçarem o médico,ele resolveu remover lá pelas 19:00,não sem antes parar em um fast-food para comprar um lanche. Minha esposa me acompanhou e fui para um bom hospital ''mãe de Deus'' onde foi realizado uma ressonância magnética e constatado um avc isquêmico de caródita.Fui para CTI e fiquei cinco dias sempre lúcido mas com a boca e o lado direito paralisados depois mais cinco dias no quarto e tive alta.Voltei para casa,mas a médica havia dito para minha família que eu talvez voltasse a caminhar mas exercer minha profissão (sou dentista) nunca mais.Tentei fazer fisioterapia mas me irritava e desistia.Quando soube do diagnóstico da médica determinei que em um mês voltaria a trabalhar! E voltei! Em pouco tempo voltei a vida normal,só não jogo mais futebol.Tomo alguns remédios para pressão,colesterol e depressão.Acho que o mais importante e determinar o seu objetivo e ter sempre fé em Deus, A família é de extrema importância pois nos da o suporte para lutarmos.Logo que voltei a trabalhar muitos clientes ficavam receiosos do meu atendimento mas graças a Deus,nunca fiquei inseguro ou temeroso,pelo contrário,faço alguns procedimentos que não fazia antes,que exigem mais calma,mais paciência e atenção. Não posso dizer que mudei 100%,pois ainda quardo muitos dos sentimentos que tinha antes como não gostar de criticas ter preconceito com algumas coisas,preucupaçoes excessivas com coisas matérias.Gostaria de agradecer muito mais a Deus por ter me dado está segunda chance,que para min foi um verdadeiro milagre! Espero que gostem da minha história!!!!
João Alfredo Sevaio (joaosevaio@gmail.com)

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Cavernoma, vários avcs e trombose



Tenho atualmente 55 anos de idade, no início agosto de 2013 do nada, tive uma convulsão e fiquei desacordado por aproximadamente uns 12 minutos, foi socorrido por minha esposa e filhos, foi levado de SAMU para hospital em Santo André, fiquei internado por 04 dias fiz Tomografia e Ressonância Magnética e fui diagnosticado "Hemorragia Cerebral "provocada por um tumor” CAVERNOMA”,  o médico recomendou cirurgia imediatamente, fiz a cirurgia o tumor foi cauterizado e o sangue removido,  foi necessário colocar 04 placas de titânio para fechar abertura na cabeça,  fiquei por uma semana na UTI no segundo dia através de um dreno foi removido entre sangue e líquidos utilizados na cirurgia aproximadamente 1 litro.

 Não tive nenhuma sequela, passou uns 10 dias e tive alta, na semana seguinte tive trombose venosa na perna direita, por ter realizado uma cirurgia cerebral não pude fazer uso de anticoagulantes, novamente fui internado para passar por uma microcirurgia para introduzir um filtro na veia cava para eliminar o risco de embolia pulmonar. Tive alta na semana seguinte tive outra trombose na perna direita ( está mais forte e intensa), fiquei 45 dias de cama não podia andar, somente com uso de bengala e cadeira de rodas. Quando fui melhorando foi diagnosticado com anemia profunda. Comecei o tratamento foi melhorando e nunca desisti, sempre com apoio de minha esposa, mãe, e filhos e com muita fé em Deus.

Recentemente, em 10 de outubro de 2016 senti uma forte dor de cabeça, foi para o hospital e apenas diagnosticaram pressão alta. No sábado dia 15 de outubro retornei ao hospital com minha esposa e realizei a tomografia e o diagnóstico foi AVC HEMORRAGICO fiquei internado por 5 dias e voltei para casa com extravasamento de sangue e novamente não tive nenhuma sequela, mas ainda estou em tratamento e em maio de 2017 devo realizar uma neuro-navegação para afastar definitivamente a possiblidade de outro tumor.
 Não podemos deixar de acreditar, e se ocupar para não darmos chances para o desanimo se aproximar temos que ser fortes e não deixar nada nos abater.

Marcos

terça-feira, 28 de junho de 2016

Anticoncepcional e negligência médica


Hoje eu resolvi contar o meu caso.
Tudo começou em janeiro de 2011 (eu tinha 36 anos). Tudo começou com uma dor de cabeça muito forte. Eu estava de férias da faculdade e do trabalho, então estava descansada, dormindo bem.
Achei estranho, pois nunca tive nenhum problema de saúde, e nunca tive enxaqueca.
Fui até o Centro Clínico da Intermédica de Caieiras. Passei por consulta e fui diagnosticada com enxaqueca. Fui medicada e retornei pra casa, ainda com dores.


Passaram 2 dias e retornei ao mesmo centro médico (18/01/11), pois a dor continuava. Fui medicada e retornei pra casa. Mais uma vez fui diagnosticada com enxaqueca, porém, a médica Adriana Lima Sanches - CRM: 125 me pediu para procurar um hospital maior que tivesse tomografia ou ressonância, e foi o que eu fiz.
A dor era constante e comecei a ter vômito.
Eu e meu esposo fomos até o Hospital Santa Cecília (no dia 19/01/2011), e fui atendida pela Dra. Luiza Hama - CRM: 143911. Ela me examinou e disse que era enxaqueca. Meu marido mostrou o encaminhamento médico do dia anterior e nele constava: Dor Atípica a enxaqueca, e constava toda a medicação que eu já havia tomado.

A médica se negou a fazer uma tomografia ou me encaminhar para o neurologista, que sempre tem plantão nesse hospital.

Dois dias depois (21-01-2011) liguei para o meu marido falando que eu não estava bem e quando ele chegou em casa eu estava toda descabelada sem saber dizer o que tinha acontecido. Eu estava sangrando no supercílio e no pé. Ele me levou novamente ao Centro Clínico da Intermédica em Caieiras.


 Ao chegarmos lá fomos atendidos pelo Doutor Elinaldo de Carvalho – CRM: 79778. Meu esposo explicou o caso das dores de cabeça, da carta ignorada pela Doutora Luiza e de como havia me encontrado, e então ele fez outra carta de encaminhamento, e ao tocar na minha cabeça me queixei de dores fortes.
Na madrugada do dia 22/01/2011, por volta das 05h30m da manhã, tive uma convulsão muito forte e cheguei até a sangrar pela boca e em seguida fui levada para o Hospital e fiquei internada por 24 dias, sendo 12 dias na UTI em coma. O médico do trabalho nos disse depois que eu estava com um edema cerebral, em decorrência de uma trombose cerebral, no dia em que fui ao Hospital Santa Cecília, e se a médica tivesse solicitado uma tomografia, já teria me internado e evitaria o AVC Hemorrágico.


Fui diagnosticada com trombose venosa cerebral, e em seguida um AVC Hemorrágico.
Fiquei com sequelas. Sai do hospital acamada, usando fralda, sem mexer nada do lado esquerdo, com o rosto torto, com problema na fala. Depois fiquei na cadeira de rodas.
Hoje tenho epilepsia, pressão alta, obesidade, depressão, ando com bengala, não mexo o braço esquerdo.


Eu fazia minha segunda faculdade, trabalhava, fazia hidroginástica, não fumava, não bebia, era vegetariana, fazia exames clínicos anuais. Hoje tenho um processo contra a médica no Cremesp de SP e outro processo civil.
A médica era residente e era formada há 01 ano, na Unicid.


Foi feita a investigação do “possível” porque da trombose/AVC e o meu neurologista (Dr. Marcelo Calderaro – neurologista do Programa Bem Estar da Rede Globo, do Einstein e das Clínicas) disse que foi devido ao uso do anticoncepcional (Yasmim) e histórico familiar por parte de pai. Usei o anticoncepcional durante uns 6 anos consecutivos, com prescrição médica da minha ginecologista, e nunca me foi pedido nenhum exame para saber se poderia ter algum problema futuro.
Faço uso de Captopril (pressão), Sertralina (depressão), AAS (anticoagulante), Omeoprazol (estômago), Fenitoína (epilepsia), Amitripilina (relaxante muscular), Dipirona (dor).


Hoje só espero que haja justiça e que eu volte a andar e movimentar o braço sem sequelas.
Dia 22/01/2015 fez 04 anos que a minha vida mudou completamente, onde muitos sonhos ficaram pra trás.

Faço parte de um grupo chamado Vítimas de anticoncepcionais e outro da Associação de Erros Médicos, e diante do meu relato foi contatada por um repórter da TV Brasil, onde a pauta é sobre erros médicos, e então ontem dei uma entrevista em minha casa para a TV Brasil, onde irá ao ar na próxima semana (só estou aguardando a confirmação do dia e horário).

E segunda-feira, 13/04/2015, as 15h, tenho uma segunda audiência no Cremesp com a médica envolvida.
Só quem passa por um Avc sabe como mexe com nossa vida, nossa família. Eu quero lutar até o fim por justiça, mesmo que nada traga de volta tudo o que perdi.


Alessandra Fernandes
((Depoimento recebido em 2015, atualizaremos caso tenhamos novidades)

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Mais uma vitoriosa

Eu sou a filha, bom minha mãe tem 47 anos e ela teve o AVC H. Bom estava tudo normal e em uma manhã eu acordei para ir trabalhar como de rotina, e me deparei com minha mãe deitada no sofá gemendo, ao meu ver era enxaqueca porque ela tbm fazia isso, mas quando percebi que ela começou a babar e a vomita amarelo, percebi que estava grave e ela estava ciente, liguei para o samu aonde por duas vezes eles me recusaram o samu (foi humilhante ),  pois minha mãe  e obesa e ela não estava se mexendo era impossível levar de carro enfim, chegamos no hospital e ela foi para emergência e eu fiquei no lado de fora, aonde depois de horas os médicos falou que era avc hemorrágico e que o sangramento foi no meio do cérebro e não teria como fazer cirurgia.

Fiquei desesperada pois eles mandaram me prepara e que era gravíssimo. Fiquei sem chão apenas chorava. Ela ficou um mês e 7 dias na uti e ficou 23 dias em coma induzido, depois ela acordo e teve sangramento nasal e na boca e sedaram ela novo e o problema é a pressão dela sempre ficava de 15 pra 20, mas graças a Deus eu como confio no meu deus misericordioso ela recebeu alta da uti e hoje se encontra no quarto estou com ela e posso dizer com força e fé daqui pra frente só alegria em dois dias que está no quarto já tirou as duas sondas e já está comendo papinha pois ela fez a track no pescoço e ontem taparam e hoje ela esta falando, bom ela não perdeu a ciência a única coisa foi o braço direito que paralisou, e com tratamento em nome de Jesus vai voltar.

Sou a filha caçula dela e tenho 20 anos então eu passei junta com ela por isso, se você estiver no msm caso não desanima e difícil é mais não é impossível para Deus...
 Joice

Importância de rápido socorro


Sou do sul do Rio Grande do Sul e minha mãe estava arrumando-se para um baile da Semana Farroupilha no dia 12/09/2015 quando meu pai me ligou que ela havia caído e ele não conseguia levantar ela, fui correndo para casa, quando cheguei encontrei ela no sofá com o lado esquerdo paralisado, a boca torta, olhos fechados, com a fala enrolada, mas lúcida, me reconheceu.
Ligamos para o SAMU imediatamente, em breve chegou levando ela para o hospital de minha cidade, lá medicaram, cederam a pressão que estava em 26X13, após algumas horas dormindo o médico do plantão à acordou, ela falou meio enrolado e ele me disse que iria libera-la, mas bem na hora ela vomitou, então resolveu interná-la no hospital.
Após uma noite sem o médico plantonista aparecer no hospital e não podendo chamar o médico dela pois o plantonista teria que liberar,  ela continuava sonolenta, amanheceu o dia, ela cada vez pior nem falava mais.
Desesperada e com a ajuda das enfermeiras consegui leva-la para fazer uma tomografia do crânio, e ai a certeza, AVC hemorrágico.
Uma enfermeira me alertou e disse não deixa sua mãe aqui. Então pedi socorro para a chefe das enfermeiras e ela conseguiu uma transferência  com o médico do PA, pois o do hospital não havia aparecido até então e não liberava para chamarmos o médico da família.

Fomos para a cidade vizinha Graças a Deus tudo muito rápido, logo que chegou internou, ótimo atendimento, no outro dia já começou a fazer fisioterapia. A estadia no hospital foi de 12 dias tristes, pois ela variava muito, mal movimentava a perna esquerda, o braço esquerdo nada, mas reconhecia as pessoas e estava lúcida, lembrava-se de tudo.
Após a volta para casa os primeiros dias não foram fáceis, toda mole, não conseguia se movimentar, porém sempre teve muita vontade de vencer, se ajudava dia-dia, as fisioterapias se tornaram diárias, nossa rotina mudou tudo era em torno dela.
Mas graças a Deus e a uma ótima fisioterapeuta, vencíamos obstáculos a cada dia, ela melhorou progressivamente muito rápido, o dia que ela deu os primeiros passos, foi um dia histórico em nossas vidas.

Hoje 3 meses depois já está conseguindo dar os primeiros passos sozinha, sem a ajuda de nada nem de ninguém, o braço já se movimenta um pouco, mas ainda está com muitas dificuldades, mas temos a certeza que a cada dia ela irá evoluir mais e mais.

Estou escrevendo aqui pois este blog me ajudou muito para seguir em frente, não sabíamos como seria a recuperação pois muitas vezes os médicos não nos deixam as coisas claras, então li vários depoimentos e sempre acreditei que ela iria melhorar.
E também peço para quem esteja lendo nunca perca a esperança de que tudo irá ficar bem, pois um cardiologista nos disse que ela nunca mais iria caminhar e 3 meses depois ela já está muito bem, muito bem mesmo graças a Deus.
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