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domingo, 30 de agosto de 2015

Dois AVCs, muitas convulsões


Meu nome é Sizerlandia e tenho hoje 34 anos. No dia 30 de agosto de 2013 eu estava trabalhando em uma recepção de uma clínica médica, quando senti uma dor de cabeça forte e estranha com a sensação de náuseas. A minha última lembrança é de estar tentando vomitar no banheiro quando uma paciente ouviu meus gemidos o cardiologista da empresa fez aferição da minha pressão arterial. Me lembro dele pedir que eu fosse encaminhada com urgência para um hospital, assim foi feito.

Tive todos os atendimentos de imediatos fiquei internada por uma semana fui atendida e medicada por um AVC isquêmico, recebi a alta sem a confirmação do hospital e dos especialistas que me acompanharam se o que tive foi realmente um AVC, mas manteve a medicação indicada para AVC, depois disso passei a ter frequentes convulsões, hoje, faço acompanhamento com psiquiatra tomo 3 medicações psiquiátricas, faço tratamento com hematologista que foi bem sincera em dizer que eu havia tido um AVC mas ela não conseguiu achar a causa alem do colesterol um pouco alto.
Faço acompanhamento com neurologista, tomo várias medicações, entre elas a de convulsão que são 08 comprimidos de 200 mg cada. Faço acompanhamento com cardiologista onde tomo também em torno de 05 tipos de medicações diferentes, entre estes os anticoagulantes, então faço tudo como é orientado pelos especialistas e as convulsões ainda tenho e parece que cada dia que passa são mais fortes.
No último dia 21 de junho 2015, estava indo a uma consulta com o neuro pois minha pressão estava descontrolada, tive uma crise convulsiva muito forte dentro do hospital, realizaram uma tomografia e constou um novo AVC.
Tomo 10 tipos de medicações com horários seguidos a risca, e ainda continuo sofrendo ainda estou afastada do trabalho, e ainda não tenho respostas médicas.
Nesta última vez ouvi os médicos discutindo meu caso onde a médica dizia que não entendia por que as convulsões eu estava consciente e lúcida. Ao fazer o teste de agulhas eu estava de olhos fechados mas ouvia os médicos dizer em termos técnicos que eu estava com paresia bilateral pois eu não sentia as agulhas. Às vezes fico desesperada sem saber onde e como me tratar, deixei de ser a pessoa que era hoje não consigo subir escadas pois o cansaço e a pressão na cabeça e tanta que as convulsões vem em seguidas. Deixei de viver pois não consigo fazer quase nada, sou persistente enfrento ate o limite do meu corpo só que com estas convulsões estou me degradando muito, mas não quero parar minha vida sou uma mulher jovem que tenho a vida toda pela frente, só tenho 34 anos. Sou casada há 10 anos não tive filhos ainda, e por incrível que pareça nem a esposa que era posso ser mais, se alguém poder me dar uma dica ou um tipo de tratamento eu agradeço.

obrigada

Um comentário:

kátia Fernandes disse...

Sizerlandia, Boa tarde!
Também fui vítima de um AVC hemorrágico decorrente do rompimento de um aneurisma.
Posso dizer que como muitos aqui, inclusive você, sou um milagre de DEUS.
No dia 28 de dezembro de 2014 as duas horas da manhã, cai no chão com convulsões. Como moro no interior do RN, o diagnóstico correto só foi feito depois de seis horas, quando cheguei na capital Natal.
Tive parada cardíaca e fiquei em coma por três dias.
Já no hospital, com exames específicos diagnosticaram-me com AVC hemorrágico.Foi feito uma drenagem e depois a clipagem do aneurisma. Fiquei 23 dias na UTI com prognósticos negativos. Depois fui para o quarto e ainda fiquei até fevereiro internada. Além do aneurisma que rompeu, foram encontrados mais três que terão que ser tratados com cirurgia posteriormente. Ao voltar para casa não sentava, falava pouco, não andava, não levantava. A memória recente não funcionava, ou seja, não lembrava de nada.
No final de março comecei a regredir e fui diagnosticada com microcefalia. Foi feita uma cirurgia para colocação de uma válvula. Só em abril no dia do aniversário de minha mãe minha memória recente voltou a funcionar e eu pude começar a entender o que havia acontecido comigo.
No final de abril voltei para o interior. Sentia muitas dores nas juntas, ombros e pescoço. Mas em maio já conseguia andar.Foram nove meses de fisioterapia diaria e agora faço sessões de massoterapia, o que me deixou bem próxima do que eu era.
Caminho 40 minutos por dia com meu esposo. Deus está a frente de tudo na minha vida. E é dele a vitória alcançada em minha vida.
O meu neurocirurgião chama-se Eduardo Ernesto, é muitíssimo conceituado dentro e fora do país.Quem sabe você poderia ser atendida por ele.

UNINEURO Tel: (84)3206 9330 32069338

Espero que você se recupere e todos que se encontram na mesma situação.
Deus não faz meio milagre. e se sobrevivemos é porque nossa missão ainda não acabou.

Fé, esperança e caridade. Deus está conosco sempre.
Você estará em minhas orações.
Um abraço.
Kátia.

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