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sábado, 1 de fevereiro de 2014

Recuperaçao rápída de AVCH

Hoje quero dividir com vocês a minha alegria, relatar as minhas aflições e angústia passadas.

No dia 15 de novembro de 2013 recebi uma ligação, era minha cunhada dizendo que meu irmão havia sofrido um AVCH no dia 12 de novembro de 2013 e que talvez precisasse operar. Corria risco de vida.

Até então minha cunhada não tinha noção da gravidade e não informou a minha família que estava longe.

Meu chão caiu, imediatamente fui para a rodoviária do Tietê, pois moro em SP meu irmão mora no Rio de Janeiro. Fui chorando daqui lá e pensando nos conselhos que tanto dei ao meu irmão que deixasse de beber todos os dias e que praticasse uma atividade física. Somos filhos de pais hipertensos, e meu pai após sofrer vários AVC veio a falecer.

Chegando lá, vi meu irmão de 43 anos amarrado a uma cama de hospital ainda confuso, sonolento, alternando com momentos de agitação, com muita dor nas costas e pescoço. Um filme passava, lembrava de todo sofrimento que passamos com o meu pai. Ao mesmo tempo, um alivio surgia, meu irmão mexia todos os membros de forma rápida e precisa e estava descartada a necessidade de cirurgia, pois  o AVCH não estava evoluindo, permanecia sem alterações desde do dia que chegou ao hospital.

Os dias passaram e meu irmão permanecia internado na UTI, não abria os olhos, sentia um cansaço estremo, não levantava e usava fraldas. Os médicos diziam que meu irmão não interagia com os médicos e enfermeiros, somente com minha sobrinha e cunhada.

A confusão mental e o cansaço me preocupavam muito, pois os dias passavam e estes sintomas não desapareciam. E até os médicos não sabiam ao certo o motivo desse cansaço e sonolência que perdurava. Foi então que ele tomou bomba de potássio, e teve uma leve melhora passou a abrir os olhos e ficar mais tempo acordado, começou a dar os primeiros passos mesmo com muita tontura. Perdeu 15 quilos.

Meu irmão permaneceu cerca de duas semanas na UTI e mais três semanas no quarto. Recebeu alta médica a uma semana do Natal, minha mãe e eu fomos acompanhá-lo. Aos poucos começamos a realizar caminhadas, a confusão mental foi desaparecendo e de vez em quando tinha alguns pequenos esquecimentos.

Graças a Deus, hoje (29/01/2014) meu irmão encontra-se trabalhando, livre de seqüelas, apenas um pouco sonolento e com uma leve depressão, quadro natural após o grande trauma físico e mental que passou.

Bem pessoal, é isso, quis dividir com vocês as preocupações que tive, mas acima de tudo a alegria do grande milagre que recebemos de Deus, pois meu irmão teve uma segunda oportunidade. Deus tem um propósito na nossa vida! E somente ele pode nos livrar das tribulações e restaurar a nossa saúde. Portanto permaneçam na fé!


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