sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Com fé e esperança!
Meu pai continua internado, não mexe nada, não fala, e o médico disse que ele não está ouvindo e nem enxergando. Durante toda essa semana, as poucas veses em que ele abriu os olhos, nos deu a impressão de que não consegue mexe-los. É como se estivesse com os olhos parados, vidrados.
Queriam transferir ele anteontem para uma UTI, mas mudaram de idéia. Disseram que em casos de AVC-H não é indicado a UTI. Mas dizem que o estado dele é grave. Não sei mais o que pensar. Já até pensei que se sabem que o estado dele é grave e não querem transferir para uma UTI, é porque estão pensando assim: Ah, se morrer é menos um aqui no hospital.
Depender da saúde pública é como assinar uma sentença de morte (salvo bons médicos e enfermeiros que são verdadeiros anjos de Deus nessa terra).
Eu, minha mãe e meus irmãos estamos sofrendo muito por vê-lo nessa situação, praticamente vegetando. Mas nossa única esperança é Deus...Os médicos não podem fazer muita coisa, mas Deus pode. Se Ele ressucitou Lázaro depois de quatro dias morto, Ele pode levantar meu pai daquela cama quando Ele quiser.
As vezes começo a pensar em todos os momentos bons que minha família já passou. Tantos momentos felizes... Lembro do meu pai sorrindo, e tenho medo de nunca mais ver aquele sorriso. Nunca mais ouvir o som da voz dele...
Hoje é meu aniversário, mas não vai ter comemorações. Não tenho o que comemorar em um momento difícil como esse. O único presente que eu queria receber hoje é a recuperação do meu paizinho. Hoje não preciso de mais nada além disso.
Tenho fé e espero que logo logo eu traga notícias boas.
Agradeço todos pelas orações.adeço
Divina Sartori
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Recuperaçao após um mês em coma
Pedido de oraçao para um lutador
Olá, me chamo Divina tenho 23 anos e moro em Goiânia. Escrevo-vos para contar a história que eu e minha linda família tem enfrentado.
No dia 12/02/2009 uma quinta-feira tudo parecia estar normal até minha mãe ligar no meu trabalho avisando que meu pai havia sofrido um AVC enquanto trabalhava. Me desesperei, mas até então não tinha noção da gravidade. Achei que seria mais fácil.
Fui para o hospital de urgências onde ele estava e chegando lá pude ver que era pior que eu imaginava. Meu pai estava em uma maca, sem fala e sem movimentos do lado direito. Quando ele me viu começou a chorar e pela primeira vez na minha vida vi meu pai chorando desesperadamente.
Ele então foi transferido para outro hospital onde ficou por mais 4 dias. Foram dias amargos, de muito choro e angústia. Tudo era complicado, pois ele não conseguia se comunicar nem mesmo com gestos e ficávamos desesperados quando não entendíamos o que ele estava tentando nos dizer.
Ele recebeu alta e foi para casa. Uma semana depois tivemos que levá-lo novamente ao hospital, pois estava iniciando um novo AVC. Mas com a graça de Deus ele foi socorrido com rapidez e não agravou ainda mais aquela situação que já estava difícil. Depois desse susto, começou a fase de adaptação. Tudo era novo para ele e para nós. Ele teve que reaprender a comer (com a mão esquerda), a se comunicar com gestos entre outras coisas.
Depois de 10 dias de muita angústia ele voltou a falar. Aos poucos e com muita fisioterapia e ajuda de Deus, ele começou a andar, a ir ao banheiro sozinho, a deitar e se levantar sozinho e estava evoluindo a cada dia. Internamos ele em um centro de reabilitação aqui em Goiânia, onde ele ficaria internado durante 30 dias fazendo um tratamento intensivo com fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogas e todos os profissionais que lidam com a reabilitação. Depois de apenas 4 dias internado, ele sofreu uma parada cardíaca. Praticamente esteve morto e foi ressuscitado. Os médicos conseguiram reanimá-lo e o nosso pesadelo começou novamente. Ele já usava um marca passo e depois dessa parada, teve que passar por uma cirurgia para colocar um aparelho com desfibrilador (o próprio aparelho reanima o paciente caso sofra uma nova parada cardíaca). Depois desse outro susto ele não quis voltar para esse centro de reabilitação, pois acreditava que a parada cardíaca tinha alguma ligação com a fisioterapia que ele estava fazendo.
Estava tudo indo muito bem. Ele continuava andando, arrastava um pouco a perna direita, mas andava, somente o braço que ele não conseguiu recuperar os movimentos.
Mas semana passada, dia 14/01/2010, ele teve o segundo AVC, e dessa vez foi mais forte que o primeiro. Ficou 2 dias desacordado. Ele está com outro lado paralisado, não fala e mal consegue abrir os olhos. Uma situação MUITO DIFÍCIL. É tão ruim ver meu paizinho deitado naquela cama, na mesma posição, se alimentando por uma sonda e com um dreno na bexiga. É sofrido demais para mim e minha família. É um dor inexplicável. Mas temos fé em Deus. Apesar de não entendermos o porquê de tanto sofrimento, sabemos que há um propósito em tudo isso. O médico nos disse que o estado dele é grave, que não está ouvindo e nem enxergando.
Meu paizinho é um homem bom, servo de Deus e não merece passar por isso. Já o colocamos nas mãos do Senhor, porque sabemos que se for pra ele ficar em cima de uma cama sofrendo, é melhor que o Senhor o leve pra junto dEle, pois lá ele estará seguro, feliz, andando, falando e glorificando a Deus. Mas também sabemos que se ele já passou por tantos problemas e Deus não o levou é porque existe algo maior, um propósito maior e o nosso Deus é um Deus de milagres. Não há limites para o seu poder. Ele é fiel e fará o melhor pelo meu amado pai que ama a vida e daria tudo para estar bem.
E quantas vezes nós reclamamos do nosso trabalho, de uma dorzinha aqui ou ali e nos esquecemos que existem pessoas que passam por dores não somente físicas, mas principalmente dores na alma, e essas eu garanto, dói muito mais. Não existe remédio pra essas dores, somente Deus e o tempo é que pode curá-las e restaurar tudo o que foi perdido.
Peço orações pelo meu paizinho e deixo esse testemunho para que outras pessoas possam se sentir melhor ao lê-lo, pois não somos os únicos que estamos sofrendo essa dor.
Divina Sartori - Goiânia-GO
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Novos passos na recuperaçao
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Lutando com Justiça e Deus pela mãe
Minha mãe teve um AVC Hemorrágico em 13/12/2009. Estava bem, fazendo a “janta”, foi tomar banho normalmente após ter colocado as panelas no fogo. Passou pela sala e pediu à minha cunhada, que amamentava meu sobrinho de 7 meses, que “viagiasse as panelas”, pois estava fazendo a carne com batata que eu havia pedido. Ao sair do banheiro,, aparentemente sentiu uma vertigem... Moro nos fundos de sua casa e fui surpreendida pelo meu padrasto me dizendo calmamente que ela estava passando mal; ele achou que ela estivesse brincando. Corri e percebi que sua boca estava entortando e ela já não consegui mais falar... Ela tem 55 anos, é mignon, pequenina mesmo, parece uma mocinha, é uma leoa na verdade. Ficou viúva com 26 anos e criou sozinha a mim e a meu irmão..Estávamos planejando minha formatura.
Como disse anteriormente, acavbei de me formar em Direito e minha colação de grau será no próximo dia 15/01/2010...Por cinco anos ela tomou conta do meu filho e da minha casa para que eu pudesse cursar a Faculdade a noite...eu havia acabado de deixar um trabalho de anos para me dedicar a aprender na prática a advocacia...e agora...Minha família sempre foi o motivo do meu esforço: estudar a noite, trabalhar de dia, fazer cursinho no final de semana...Meu irmão acabara de ser selecionado para trabalhar na Pirelli...estava desempregado há 9 meses, com três filhos pequenos para cuidar...ela orou tanto por isso,estava fazendo novena...
Tudo isso passou pela minha cabeça ao levá-la para o único hospital público da minha cidade. Sim, público...Paguei por 5 anos o convênio da minha mãe, porém em Julho do ano passado não consegui mais arcar com essa despesa; ela NUNCA usou...
Minha mãe, tão recatada, evacuou sobre o meu irmão no carro a caminho do hospital, começou a convulsionar...
Chegamos ao Hospital e minha gastrite que a muito não atacava, começou a dilacerar meu estômago. Eram 20 horas.. Os médicos me disseram que a medicariam e aguardariam a pressão normalizar; estava muito alta: 22/10.
As duas da manhã, meu irmão me convenceu a ir pra casa, não adiantava ficar ali, tínhamos que aguardar o resultado dos exames que ela havia feito, eu precisa descansar para fazer a “correria” no dia seguinte atrás de um outro hospital para onde ela pudesse ser levada já que precisava de uma tomografia. Só eu tinha carta de motorista..Pois é, achamos que seria fácil.
Na verdade, eu ainda não tinha me dado conta de que era tão grave.
Fui para casa e as três e meia da manhã meu irmão ligou dizendo que o quadro havia se agravado e seria necessário que minha mãe usasse aparelho para respirar. Pelo sangue diagnosticaram o AVC Hemorrágico...,Era necessária a tomografia e o acompanhamento de um neurologista urgentemente...O hospital público onde ela estava internada não possuía nem uma coisa nem outra.
Ainda assim, eu não conseguia acreditar que era urgente. Imagina, minha mãe? Eu estava me formando! Meu irmão ia começar a trabalhar em uma multinacional! Estava tudo perfeito!
Disse ainda que, a tal VAGA podia demorar de um dia a uma semana!!
Sem nenhuma espécie de sentimento em meu coração, agradeci ironicamente a franqueza do médico e sai.
Fui orar, sozinha... falar com Deus... entrar em juízo com ele e perguntar PORQUÊ?? O que eu fiz?? O que ela fez?? O que está acontecendo?? Como assim, óbito, estava tudo tão bem, não havia motivo!
Meu ex-noivo ouviu ao sentar a meu lado eu dizer que Deus não me ouvia...
Fiquei ali naquele hospital até o dia seguinte...aguardando vaga, aguardando vaga... todas as solicitações, em todos os Hospitais do ABC voltavam negadas...todas...
Às dez horas da manhã do dia seguinte, minha tia lembrou que existia uma coisa chamada DINHEIRO. É dinheiro. Eu havia me esquecido disso...Resolvemos pagar a tomografia e a consulta com o neurologista. Começamos a procurar hospitais, clínicas que pudessem fazer o exame e que tivessem condição de recebê-la vista estar respirando por aparelhos. Conseguimos. Sabe quanto, meu irmão? Duzentos e quarenta e sete reais... por esse valor os hospitais públicos negavam a vaga da minha mãe... duzentos e quarenta e sete reais...
A consulta com o neurologista Setenta reais...
A ambulância UTI levou minha mãe até o outro hospital. Quando eu vi minha mãe, a minha mãe, minha princesa, saindo de maca, cheia de aparelhos, nua, coberta apenas com um lençol, ajoelhei-me no chão e clamei a Deus...clamei, irmão, clamei...
Feita a tomografia, muito rapidamente, pois ela não podia ficar muito tempo sem o respirador, fomos falar com o neurologista. Foram os R$ 70,00 mais rapidamente ganhos na vida dele, tenho certeza.
Com o laudo da tomo na mão ele disse: “É muito grave, é gravíssimo, o sangramento é muito grande, ela precisa de UTI urgente, de cirurgia.”. Perguntamos: “Mas e aí Doutor, como a gente faz, estamos aguardando uma vaga em algum hospital público..Ele respondeu: “Ah, é assim mesmo, tem que aguardar, né? Aqui a gente é particular, se não tem convênio... .“ A consulta durou 2 minutos, ele nem quis ver minha mãe que aguardava junto aos paramédicos na ambulância UTI...
Soubemos depois que ele era o chefe da Neurologia de um hospital público na cidade vizinha...custava, se era tão grave quanto ele nos disse, ter ao menos tentado uma vaga para ela lá?
Infelizmente, nesse mundo, tudo se resume a dinheiro...
Retornamos ao hospital e continuamos aguardando...Eu que sempre fui tão ativa, que sempre me colocava a frente de tudo, que resolvia tudo, era a filha mais velha, estava apática, não falava, não comia, só fumava...e orava.
Não havia vagas... todas negadas...”Senhora, têm que esperar...tem que esperar...pode levar uma semana, as vezes até mais... “ Era isso que ouvímos
No final do dia, creio que Deus falou no meu coração: “Então, para que eu lhe dei o curso de Direito?”
Sim, Deus me havia dado o curso, fui bolsista integral pelo Prouni por três anos. Cinco anos de Faculdade tinham que servir para alguma coisa!
Nesse momento, comecei a mostrar aos atendentes e médicos do hospital que eu conhecia meus direitos e os de minha família e estava ali para exigí-los! Comecei a pressioná-los, disse que impetraria Mandado de Segurança contra o Município, o Estado, contra o Papa, se fosse necessário! Somente aí começaram a ver a mim e a minha família de forma diferente, começaram até a nos chamar pelo nome, a chamar-nos na Administração para mostrar as negativas dos hospitais, o segurança até passou a nos dar livre acesso à emergência onde minha mãe estava internada...
Às 17 horas daquela segunda feira, decidi que não dava mais para esperar, teríamos que ajuizar a ação para garantirmos a vaga em uma UTI em que houvesse uma unidade de neurologia.
Amados, até aquele momento não havia falado a ninguém que era advogada, porém, no intuito de evitar que o Município sofresse MAIS um ação judicial, as atendentes começaram a desconversar, disseram que não podiam me fornecer os documentos, que eles estavam fazendo o que era possível, que o Município não tinha culpa...
Com firmeza, exigi os documentos pois tinha direito a eles por serem públicos, ameacei chamar a polícia, registrar uma ocorrência. Pediram que eu aguardasse mais meia hora que ela iriam preparar tudo.
As funcionárias foram embora por outra porta para não nos dar nenhuma informação...
Resultado: minha mãezinha passou aquela noite sem nenhum tratamento específico para o caso tão grave dela .
Naquela noite, vim para casa e preparei o Mandando de Segurança. Deus me inspirou pois nunca havia escrito uma peça processual com tanta rapidez. Na verdade, aquela seria a minha primeira peça processual....pela saúde da minha mãe...
No dia seguinte, dia 15/12/2009m retornei logo cedo ao hospital, procurei pelas funcionárias do hospital e com toda a educação, disse a elas que elas tinham sorte porque Deus estava conosco, pois se algo tivesse acontecido com minha mãe naquela noite elas iriam pagar o preço também.
Acho que perceberam o risco ou se sentiram mal com isso, sei lá, mas me forneceram todos os documentos de que precisava.
Na tarde daquele dia, eu e a Dra. Graci, advogada abençoada que o Senhor colocou em meu caminho, impetramos o Mandado de Segurança. Em duas horas, às 18 hs, já estávamos com a liminar deferida pelo Juiz exigindo que, dada a urgência e a gravidade do caso, minha mãe fosse transferida a qualquer hospital público que tivesse o que ela precisava ou, em sua falta, qualquer hospital particular, sob as expensas do Município ou do Governo do Estadual sob pena de multa diária de R$ 5.000,00 pelo não cumprimento da determinação judicial.
Glória a Deus! Pulamos de alegria! Amados, tive medo de redigir a peça, tive medo de não dar certo, de o Juiz não deferir a liminar, de meu entendimento da lei não estar correto...nunca havia feito um mandado de segurança!Acabara de terminar a faculdade! Mas Deus estava no controle!
Ainda tivemos alguns problemas administrativos pois o hospital mesmo havendo recebido por fax a sentença, disse que teria que esperar até o dia seguinte para que o Oficial de Justiça os intimasse pessoalmente. Aí perdi a paciência! Eu que tentei me controlar durante aqueles quase dois dias, falar com as pessoas com educação, tive que fazer um verdadeiro “barraco”! Pedi para falar com o Secretário Municipal da Saúde para explicar os procedimentos de intimação para ele – rsrsrs, lógico que ele não quis me atender – rsrs, mandou me dizer que o hospital faria o possível.
A meia noite daquele dia ligaram em minha casa dizendo que haviam conseguido uma vaga de UTI em Santo André para minha mãe.
Voei até lá, glorificando a Deus pelo caminho!Era dia 16/12/2009.
Minha mãe está desde esta data internada em Santo André, em um ótimo hospital, ainda em coma induzido, passou por uma cirurgia para que se introduzisse um cateter para drenar o líquido do cérebro. O sangramento realmente foi muito extenso.
Hoje fazem 24 dias.
No final de semana passado os médicos diminuíram a sedação ela se moveu muito, ficou muito agitada. Segunda feira ela abriu os olhos! Aleluia!Ficamos tão felizes! No dia seguinte ela foi novamente sedada pois após uma nova tomografia verificaram que ainda há líquido para ser drenado.
O quadro clínico é estável: pressão, coração, rins, pulmão. Aguardamos em Deus.
Eu, infelizmente, me enquadrava dentre as primeiras. Hoje, clamo ao Senhor todos os dias, oro, louvo e glorifico seu nome. Espero por sua providência. Olhando para trás, vejo que tenho que agradecer e muito, por tudo o que Ele tem feito por mim e minha família nesses 24 dias e em todos os outros.
Procuro não me atentar ao que os médicos dizem, nem àquela quantidade de aparelhos que cercam minha querida mãe na UTI...estou com os olhos no alto, nas coisas que não podemos ver, em Deus, nas promessas dele.
Os médicos são sempre tão técnicos, tão frios, tão insensíveis...Eles dizem que ela não nos ouve, que estando sedada está “alheia ao mundo exterior”. Em um dia desses estava lendo para ela o livro de Matheus capítulo 8, versículo 17: “Para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta Isaías, que diz: “Ele tomou sobre si nossas enfermidades, e elevou nossas doenças” – os batimentos cardíacos dela saltaram de 80 para 125! Deus seja louvado! Ele pode tudo! Ele ressuscitou Lázaro depois de quatro dias morto! (Jo 11)
Quando leio o livro de Jeremias e vislumbro aquela promessa maravilhosa: “CLAMA A MIM E RESPONDER-TE-EI E ANUNCIAR-TE-EI COISAS GRANDES E FIRMES QUE NÃO SABES.” (Jr 33:3)
Amigos, creiam em Deus e ele quem alivia as dores, Jesus levou sobre ele todas as nossas enfermidades. Creiam! Eu creio!
Minha história e a de minha família ainda não terminou. Clamo ao Senhor todos os dias por paciência, para que me livre dessa ansiedade que às vezes me corrói o coração, mas tenho fé. Ele nos dará a VITÓRIA!
Para quem está passando por essa mesma adversidade, ou por qualquer outra, FIQUEM FIRMES NA PRESENÇA DO SENHOR!
Ai começar a escrever essa história, comecei a vislumbrar um final feliz para ela. Espero em breve, poder compartilhar com vocês esse milagre, para que o nome de Jesus seja glorificado.
TRANSLATOR







