domingo, 29 de maio de 2011
Superando obstáculos- 4 aneurismas
Olá a todos, acabei de chegar do hospital minha mãe esta internada na C.T.I do Hospital Cruz Azul ela estava com 4 aneurismas 1 no pescoço proximo ao osso do ouvido que nao demonstra risco e mais 3, 1 em cada lado do cerebro atras dos olhos e outro proximo a 1 dos lados, no qual passou por cirurgia para a clipagem dos 3. Porém após a cirurgia ela teve um avc hemorragico no qual passou por outra cirurgia para drenar o sangue por meio de uma válvula que é introduzida no cerebro jogando o sangue na barriga...
Enfim apos essa longa semana a 1ª cirurgia na terça dia 24/05 (para a clipagem dos aneurismas) outra na quarta 25/05 (para drenagem do sangue)e outra na quinta 26/06 (para limpeza da valvula que drena o sangue pois a mesma estava obstruida) ela se encontra em coma, mas como ja foi dito por Deus e venho aqui testificar hj sexta 27/05 ela ja esboça reação ao falar com ela, ela levanta os braços e aperta bem forte a nossa mao mesmo ainda nao abrindo totalmente os olhos demonstra ouvir tudo e entender, qndo falamos com ela os seus olhos enchem de lagrimas e demonstra uma vontade de falar e demonstrar que Deus esta curando ela e que ela vai ficar bem...
O nome da minha mãe é Izabel ela tem 49 anos e venho deixar esse depoimento para que todos aqui saibam que o Deus do impossivel não falha que ela saira de la sem sequelas em nome de Jesus... Agradeço aos amigos que são muitos que estão orando pela vida da minha mãe que se preocupam que ligam e se importam com ela... Agradeço a Deus pela vida de vocês e sei que ela estara recuperada em breve e estara escrevendo outro depoimento aqui.... A todos coloquem diante de Deus porque sei que ele pode todas as coisas....
Sergio Brito
sábado, 2 de abril de 2011
Meu amor sobreviveu ao AVC
Sempre achei que vale a pena compartilhar uma linda história de amor.
Sou de São Paulo e tenho 32 anos, ele é de Montreal (Canadá) e tem 34 anos.
Ele era meu confidente, um grande amigo com quem compartilhava sem quaisquer segundas intenções os meus segredos, momentos de risos, longas conversas, bate-papo, falávamos sobre tudo e cada vez mais nos envolvíamos.
Sou de São Paulo e tenho 32 anos, ele é de Montreal (Canadá) e tem 34 anos.
Ele era meu confidente, um grande amigo com quem compartilhava sem quaisquer segundas intenções os meus segredos, momentos de risos, longas conversas, bate-papo, falávamos sobre tudo e cada vez mais nos envolvíamos.
Éramos bons amigos e em janeiro de 2007 em suas costumeiras férias no Brasil me propus a apresentar a cidade de São Paulo onde moro... Museu Paulista, Memorial da América Latina, Teatro Municipal, Catedral da Sé, Palácio do Governo, Casa das Rosas, etc. Eu li e estudei sobre a história de cada lugar para não fazer feio como moradora da cidade. Fui ao hotel, fiz reservas para ele, entrei em contato com as suas outras amigas e marcamos um encontro de amigos numa pizzaria de um prédio antigo no centro. Ele parecia encantando com nossa recepção, com nosso esforço em fazer tudo para que ele se sentisse bem em SP. Foram dias maravilhosos, nos divertimos muito como bons amigos e ele parecia muito feliz. Em fim, seus dias de férias se acabavam e ele teve que voltar para casa no Canadá. Voltamos à vida real, mas continuamos a nos falar, mesmo à distância, todos os dias e cada vez estávamos ainda mais próximos. Em março daquele ano ele começou a trabalhar muito e a passar por muito stress. Vinha tendo dores, cansaços e algum desconforto e eu sempre pedindo (quase implorando) para que ele procurasse um médico mas ele resistia e dava sempre a desculpa de que iria melhorar logo. Para complicar ele não contava para sua mãe sobre seus males para não preocupá-la. Lindo não??? Eu estava à milhas e milhas de distância e super preocupada. No dia 5 de abril por volta de meia-noite eu pedi que no dia seguinte ele se levantasse da cama um pouco mais tarde para descansar um pouco mais.
No dia 6 de abril ao se levantar às 6h da manhã, desmaiou e caiu no quarto. O detalhe é que ele não fala português, seus pais só falam Francês e eu não falo uma palavrinha em Francês. Portanto eu não podia pegar o telefone e dar uma ligadinha para seus pais para saber o que estava acontecendo. Achei estranho o sumiço de mais de 2 dias e comecei a me preocupar. O email que enviei para o escritório em busca de notícias voltou com uma mensagem automática dizendo “Ele está temporariamente fora do escritório, urgências contactar Peter...” Resolvi escrevê-lo pedindo notícias, foi quando recebi um retorno dizendo “Kelly ele está temporariamente fora do escritório e eu pedirei a família para entrar em contato com você”. Essa mensagem só aumentou a minha preocupação. Eu não conseguia dormir... o que teria acontecido? Por quê ele não me mandava notícias? Será que estava bem? Por que o retorno do email parecia tão sério?
Por volta das 4horas da madrugada, rolando na cama sem sono , me lembrei que ele havia comentado uma vez que teria uma amiga virtual brasileira no Orkut e que ela morava em Montreal e falava muito bem Francês. Saltei da cama direto para o computador, escrevi um email para Cleide me apresentando, dei o telefone da casa dele e pedi ajuda para que ela ligasse à casa dos pais dele e me desse notícias. No dia seguinte pela manhã, já havia recebido um rápido email de retorno da Cleide dizendo “Kelly, infelizmente não tenho boas notícias para você. Ele teve um AVC no dia 6 de abril e está em coma no hospital. Seus pais estão muito preocupados e acredito que o que podemos fazer agora é orar muito para que tudo se resolva”
Cleide, muito gentilmente, se colocou à minha disposição e prometeu me manter informada durante todos os dias. O meu mundo caiu, pois como eu poderia acreditar que aquele rapaz saudável, jovem, que fazia atividades físicas regularmente, que não ingeria bebidas alcoólicas, não era obeso, que estávamos juntos e felizes há dias atrás e agora estaria à beira da morte??? Uma pessoa acima de qualquer suspeita para se ter um AVC! Chorei muito durante todo o dia, mas eu precisava fazer algo para que não me sentisse tão impotente diante da situação. Então resolvi escrever mensagens para o email dele mesmo sabendo que ele não poderia lê-las, comecei também e pesquisar sobre AVC ou como alguns chamam de derrame cerebral , lia muito a respeito, falei com vários médicos e comecei a fazer amizades com pessoas que tinham o mesmo perfil que ele e que estavam em tratamento de AVC. Eu precisava conhecer o assunto, precisar me despir de qualquer preconceito e ignorância sobre o tema, precisava saber como eu deveria me comportar depois do que aconteceu e como eu poderia ajudá-lo efetivamente. Também escrevi aos pais dele naqueles dias enquanto ele permanecia em coma no hospital. Eu acreditava que eles conseguiriam ajuda para traduzir minha carta. Quando ele entrou no hospital os médicos disseram que ele teria apenas 4 horas de vida... Mas Deus decidiu que ele teria mais, muito mais. Ficou em coma durante 2 semanas, 33 dias internado, 3 meses num centro de recuperação intensiva, 6 meses no centro de reabilitação, terapias e tratamentos diversos. Depois de tudo, saiu do hospital com a fala e lado direito com problemas.
Nossas amigas me ligavam para saber notícias dele, Cleide me manteve sempre informada e até foi pessoalmente à casa dele para visitá-lo e me trazer notícias, mas a vida tinha que continuar.
Nossas amigas me ligavam para saber notícias dele, Cleide me manteve sempre informada e até foi pessoalmente à casa dele para visitá-lo e me trazer notícias, mas a vida tinha que continuar.
Como um milagre, ele voltou para casa, andando e falando com dificuldades e passando por um tratamento rigoroso. Tivemos que nos readaptar à nova vida, por vezes tive que animá-lo e dizer que não havíamos perdido a guerra, lembrá-lo que ele é fruto de um grande milagre e que o mais importante que é a sua vida foi preservada. Ele é um vencedor! Ele que ama o Brazil e vinha todos os anos, ficou 2 anos sem vir e isso foi também muito difícil. Hoje ele se recuperou bastante, anda muito bem, continua lindo como sempre, recuperou 50% da fala, voltou a trabalhar na mesma empresa de antes e viaja sozinho para o Brasil uma vez por ano para me ver. Hoje é totalmente independente e quem o ver hoje tão bem não pode se quer adivinhar a barra pela qual passou. Sempre tiramos férias juntos, nos amamos e queremos nos casar em breve. Estamos cansados de todo ano a mesma cena: nós dois aos prantos no aeroporto se despedindo. Queremos muito ser felizes juntos e em minhas preces peço a Deus que abençoe nossa união. Venci o preconceito causado pelo desconhecimento e hoje vivo um grande amor.
Kelly - SP
Kelly - SP
segunda-feira, 7 de março de 2011
Um milagre!
Olá pessoal,
Eu me chamo Valéria, tenho 40 anos.
Em julho de 2008, estava me preparando para ir ao trabalho e sentia muita tontura.
Ao chegar ao escritório, fiquei com uma sensação de estar anestesiada, enjoada.
Depois de 3 horas, fui almoçar e as sensações continuaram.
Não estava com pressão alta, não fumo, não bebo, não tomo anticoncepcional, enfim, tinha uma vida saudável.
Após o almoço, voltei para a minha mesa e ouvi minha colega de trabalho me chamar.
Quando fui responder, percebi uma mancha preta no meu olho esquerdo e não pude falar mais nada. Fiquei consciente, mas minha fala enrolou.
Minhas amigas me levaram imediatamente para o Hospital e lá detectaram que tive um AVCI.
Não entendia nada, não sabia nem o meu nome, mas em silêncio me perguntava: Meus Deus, o que está acontecendo comigo.
Fiquei 1 dia na UTI e 7 dias internada.
Nas semanas seguintes, sentia muita dor de cabeça e muito desequilíbrio. Só queria dormir, tinha pânico e fiquei com muito medo!
Não entendi nadaa, nem sabia mais falar. Mas graças a Deus, não tive nenhuma paralisia.
Depois de 2 meses, comecei a recuperar minha fala entendimento, mas as tonturas e dores de cabeça continuaram.
Sempre fui temente a Deus e orei muito a ele, que me curasse.
Um dia, estava orando ajoelhada de frente para a televisão, onde um pastor estava orando pela cura de várias doenças.
Então pedi a Deus que me curasse, ali e que eu voltasse a falar normalmente, a escrever e a ter compreensão.
Naquele momento, senti tanto frio, era como se houvesse entrado dentro de um frigorífico.
Fiquei desperada e pensei que estivesse tendo outro AVCI.
Corri para o hospital com meu marido e o médico me disse: Você não tem nada, apenas está nervosa.
Voltei para casa, e dormi. Nas semanas seguintes, voltei a falar normalmente, sem fonoaudiólogos, sem nadaa.
Percebi que ali houve uma cura sobrenatural.
Claro que enfrentei muitos problemas, assim como vocês. Medo, insegurança, preconceito, e muita tristeza.
Até hoje, não consegui ainda retomar minha vida, porque minha memória fiquei meio debilitada. Sem contar com os pouco-caso do INSS.
Fiquei com uma sequela, muitoo pequena, mas infelizmente ela tem me prejudicado em retomar minha vida profissional.
De qualquer forma, tenho que vencer o MEDO!
Assim como vocês!
Mas tenho um marido maravilhoso e minha família, que foi o motivo maior da minha recuperação, depois do Milagre concedido por Deus
de ter me recuperado.
Peço que Deus os abençõem, que vocês lutem e agradeçam assim como eu, de estarmos vivos, contando nossas experiências.
Deus diz que só testa os mais "fortes". Se passamos por isso, algum motivo deve ter...
Talvez não entendamos, mas ele Deus, sabe de todas as coisas!
Que possamos crer nisto!!!
Fiquem com Deus e muita saúde!!!!
Valéria Molina
Eu me chamo Valéria, tenho 40 anos.
Em julho de 2008, estava me preparando para ir ao trabalho e sentia muita tontura.
Ao chegar ao escritório, fiquei com uma sensação de estar anestesiada, enjoada.
Depois de 3 horas, fui almoçar e as sensações continuaram.
Não estava com pressão alta, não fumo, não bebo, não tomo anticoncepcional, enfim, tinha uma vida saudável.
Após o almoço, voltei para a minha mesa e ouvi minha colega de trabalho me chamar.
Quando fui responder, percebi uma mancha preta no meu olho esquerdo e não pude falar mais nada. Fiquei consciente, mas minha fala enrolou.
Minhas amigas me levaram imediatamente para o Hospital e lá detectaram que tive um AVCI.
Não entendia nada, não sabia nem o meu nome, mas em silêncio me perguntava: Meus Deus, o que está acontecendo comigo.
Fiquei 1 dia na UTI e 7 dias internada.
Nas semanas seguintes, sentia muita dor de cabeça e muito desequilíbrio. Só queria dormir, tinha pânico e fiquei com muito medo!
Não entendi nadaa, nem sabia mais falar. Mas graças a Deus, não tive nenhuma paralisia.
Depois de 2 meses, comecei a recuperar minha fala entendimento, mas as tonturas e dores de cabeça continuaram.
Sempre fui temente a Deus e orei muito a ele, que me curasse.
Um dia, estava orando ajoelhada de frente para a televisão, onde um pastor estava orando pela cura de várias doenças.
Então pedi a Deus que me curasse, ali e que eu voltasse a falar normalmente, a escrever e a ter compreensão.
Naquele momento, senti tanto frio, era como se houvesse entrado dentro de um frigorífico.
Fiquei desperada e pensei que estivesse tendo outro AVCI.
Corri para o hospital com meu marido e o médico me disse: Você não tem nada, apenas está nervosa.
Voltei para casa, e dormi. Nas semanas seguintes, voltei a falar normalmente, sem fonoaudiólogos, sem nadaa.
Percebi que ali houve uma cura sobrenatural.
Claro que enfrentei muitos problemas, assim como vocês. Medo, insegurança, preconceito, e muita tristeza.
Até hoje, não consegui ainda retomar minha vida, porque minha memória fiquei meio debilitada. Sem contar com os pouco-caso do INSS.
Fiquei com uma sequela, muitoo pequena, mas infelizmente ela tem me prejudicado em retomar minha vida profissional.
De qualquer forma, tenho que vencer o MEDO!
Assim como vocês!
Mas tenho um marido maravilhoso e minha família, que foi o motivo maior da minha recuperação, depois do Milagre concedido por Deus
de ter me recuperado.
Peço que Deus os abençõem, que vocês lutem e agradeçam assim como eu, de estarmos vivos, contando nossas experiências.
Deus diz que só testa os mais "fortes". Se passamos por isso, algum motivo deve ter...
Talvez não entendamos, mas ele Deus, sabe de todas as coisas!
Que possamos crer nisto!!!
Fiquem com Deus e muita saúde!!!!
Valéria Molina
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
AVC em alto-mar
Com 58 anos a bordo de um cruzeiro , navio òpera da MSC a caminho da Europa comecei sentir fortes dores de cabeça na altura de Recife. Fui atendida na emergência do navio. É claro que lá não tem estrutura foi só paliativo.
Como os sintomas continuavam, eles me orientaram para desembarcar. Em Recife, tirei uma tomografia acusou o AVCH fui encaminhada par a o Hospial Restauração. Nisto chegou minha filha e meu marido que ficaram indignados com o hospital e providenciaram uma neurologista muito competente e humana que me encaminhou para o Hospital Real Português onde fui submetida a uma operaçãqo descompressiva do cérebro.
Fiquei 12 dias na UTI, depois no CTI, Com graça de Deus fui recuperando a consciência e com muita fisioterapia e fonoaudiologia voltei a andar, comer. Fui me fortalecendo para voltar para São Paulo, o que aconteceu depois de 37 dias de hospital pois a médica não aconselhava a remoção. Dra. Márcia Lima, salvou minha vida.
Ainda sinto meus pensamentos confusos. Já ando bem. Os médicos me acham bem. Hoje tomo muitos medicamentos. Sou anticoagulada com Enoxaparina, medicamento de alto custo que está sendo fornecido pela secretaria de Saúde de São Paulo. Já comecei caminhar e treino todo dia meu cérebro no site cérebro melhor.com.
É gratuito e tem me ajudado. Se não tivesse encontrado a dra. Márcia eu não teria sobrevivido. Foi muito bom encontrar pessoas com o mesmo problema. Gostaria de saber se vocês também sentem que o pensamento é confuso. Não tenho sequelas.
O meu lado esquerdo que no começo foi comprommetido está voltando. Às vezes tenho dificuldade de ver tudo o que está do lado esquerdo por isso não me arrisco a dirigir. Tenho confiança que ainda vou ficar melhor. Não desanimem.
Meu marido e minha filha foram muito importanes neste processo de recuperação, sempre me incentivando e presentes. Minha filha chegou a abandonar a faculdade para ficar do meu lado. Peço a Deus abrençoar estes anjos da minha vida.
Marisa, São Paulo
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Fé e força de vontade
Oi. Meu nome é Robson Nascimento. Tenho 47 anos, não fumo, nem bebo, sempre tive uma vida saudável.
Tive um AVC hemorrágico em setembro de 2003, que me deixou 3 meses na UTI, resultando em perda dos movimentos do lado esquerdo do corpo. Estou até agora afastado do trabalho, tenho ainda algumas dificuldades motoras, mas a fala e a parte cognitiva foram recuperadas, após muito trabalho de terapia (fisio, fono e ocupacional).Claro que minha família sempre me apoiou e se desdobrou para que todas as terapias, exames e consultas pudessem acontecer. Muitas orações e pedidos foram feitos pela família e pelos amigos, o que só posso agradecer.
Ainda estou em tratamento, pois meu ombro esquerdo dói muito, e meu braço e minha mão esquerda ainda não estão adequados.
Ainda estou em tratamento, pois meu ombro esquerdo dói muito, e meu braço e minha mão esquerda ainda não estão adequados.
Li diversos depoimentos no blog, e só me resta juntar meu depoimento aos demais, para estimular as vítimas de AVC para que busquem tratamento, e não desistam. Até os médicos mais experientes se surpreendem coma recuperação de alguns pacientes, que possuem muita vontade de viver, e muita fé na recuperação. Tudo é possível, tenha FÉ
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Abração - Robson
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Abração - Robson
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