Olá! Gostaria de contar um pouco a história da minha mãe. No dia 6 de fevereiro de 2017, ela acordou estranha, com o olhar perdido e não conseguia emitir nenhuma palavra. Meu pai e meu irmão julgando estranho o comportamento, levaram minha mãe para o pronto socorro. Moro em outro apartamento perto e meu irmão me avisou que estavam levando para o hospital e imediatamente fui ao encontro deles.
Chegando lá minha mãe estava sentada, olhando para o nada e eu perguntava o que ela estava sentido e ela não respondia. Aquilo foi me agoniando, eu não sabia o que fazer. Passado alguns minutos, minha mãe começou a ter uma convulsão. Comecei a gritar e os médicos vieram prestar os socorros e meu marido a pegou no colo e colocou na maca. Dali, minha mãe foi levada direto para o CTI. Em seguida, a médica veio nos informar que a suspeita era de AVC hemorrágico. Essas primeiras horas foram de muita angústia e tristeza, tudo era dúvida e incerteza. No fim da tarde fomos vê- lá no cti no horário de visitas e ela havia acordado e estava conversando um pouco, apesar de estar muito confusa. Ficamos mais aliviados.
Porém, os dias que se seguiram foram muitos difíceis. Foi constatado o AVC hemorrágico com pequeno sangramento e com o tratamento e as medicações, minha mãe dormia a maior parte do dia. No horário da visita, ela estava muito sonolenta e muito confusa. Foram 18 dias no Cti e depois foi transferida para o quarto. Nossa família recebeu diversas promessas de alta do cti anteriormente que não foram cumpridas, o que nos frustou diversas vezes, pois queríamos passar mais tempo perto dela, o que só seria possível no quarto. Durante o tempo no cti minha mãe chorava muito e chamava muito pela família. No fim, tivemos que fazer um pouco de pressão para ter alta para o quarto. A presença da família acompanhando tudo de perto é muito importante. No quarto, a recuperação foi bem rápida, ela começou a comer sem a sonda, conversava, dormia bem e ia ao banheiro com ajuda. Em 5 dias, minha mãe teve alta para casa. Desde sua alta, minha mãe está fazendo fisioterapia com Grandes progressos, no início, seu equilíbrio foi afetado, mas ela já está andando bem e sozinha sem ajuda. Estamos muito felizes e gratos com a recuperação dela, parece um milagre realmente. Esse blog me ajudou muito quando minha mãe estava internada, espero que minha história encha o coração de alguém de esperanças também. Obrigada
Poliane
Enviado do meu iPhone
quinta-feira, 24 de agosto de 2017
Na luta após 16 anos
Ha 16 anos eu tive um avc hemorrágico, na época me deram 8% de chances de sobreviver. Passei 08 dias na UTI e mais 08 dias num quarto com UTI semi-intensivo. Perdi os movimentos do meu lado direito, ñ conseguia formar frases e perdi td a sensibilidade do lado direito. Foram dias angustiantes no hospital, eu ñ sabia o q tinha acontecido comigo, estava consciente e não entendia pq nåo ia embora para casa. Mal sabia eu que minha pressão n abaixava, estava tomando aldomed de 500 mg na veia e a pressão n abaixava. Apos sair do hospital fui procurar acompanhamento médico, foi então q me senti perdido pois este médico me disse q eu n conseguiria dirigir mais, q ñ falaria direito, etc. Fui para casa arrasado. Junto a isto, os comentarios das pessoas que eu encontravam sempre me punham para baixo, pois diziam que tinham parentes, amigos que tiveram avc e logo dps tiveram outro e tinham morrido. Mas ñ me entreguei, Deus tinha me sado uma chance e eu n iria perde-la. Não conseguia dar um passo normal, andava mto, mas mto devagsr, quase arrastando. Comecei a andar no jsrdim de minha casa num espaço de 2 mts por 2 mts. Tds os dias caminhava naquele minusculo espaço. Não conseguia nem acelerar meu carro, sentia mtas dores, mas td dia entrava no carro e insistia, ate q um dia consegui tirar o carro da garagem. Hj 16 anos dps, dirijo e vou onde quero, ñ recuperei a sensibilidade do meu lado direito, mas recuperei a sensibilidade da sola do pé, onde consigo sentir os pedais do carro. Uso o freio con o pé esquerdo e por n sentir o câmbio da marcha, mudo as mesmas através da audição onde escuto o barulho do motor e passo as marchas no tempo. Continuo minha luta, toco violão, mas como perdi os movimentos sincronizados dos dedos, n consigo dedilhar, mas toco assim msm. Nåo podeemos desistir perante uma fstalidade desta. Confisnça em Deus em primeiro lugar e segundo a vontade de vencer, de voltar a ser como era antes. Resumi bastante td que passei, se alguembquiser saber mais detalhes, pode entrar em contato ppo email. teia.oliveira@uol.com.br
Avc e trombose: cirurgia e fé
Boa tarde,não sei por onde começar,mais vamos
lá,minha historia foi de muita luta minha, da minha esposa e filho e
amigos.
No final de outubro 2014,estava no trabalho e
fui parar no hospital levado por um amigo com dor no peito e braço
esquerdo,chegando lá fiz exame de sangue e o medico deu o diagnostico de
infarto . Ate então estava bem
Fiquei uma semana internado,fiz outros exames e estava tudo bem no dia da minha alta não me derem remédio de pressão, aí
foi onde tudo começou!!!!!!
Minha esposa percebeu que eu não estava bem,chamou a
enfermeira e não tomaram providências isso dentro do hospital!!!!!
Começou minha luta, tive avc hemorrágico gravíssimo no
tronco do cérebro,não tinha como operar, os mêdicos disseram que não tinha
jeito, que meu caso era perdido eles falaram que eu ia morrer ou ficar
inválido,
Fiquei dois meses na luta entre uti e cti ,sempre em
estado grave, não deram esperanças para a minha familia
Minha amada esposa ficou na luta nunca perdeu as esperanças
ela é cristã testemunha de jeová, ela orou muito por min sempre pedindo a jeová
forças
Era todo dia de Nova Iguaçu a Barra,foram dois meses
nessa luta
Fiquei muito ruim,mais nunca perdi a esperança não podia deixar
minha esposa e filho sozinhos, eu os amo muito então ela disse para eu ter fé em jeová que ele era o único
que podia me tirar dessa situação
Orei e pedi com muita fé, e lutei muito pela minha vida na semana da minha alta fiquei com muita dor ,cheguei a
tomar morfina porque a dor era intensa,depois de cinco dias de dor intensa, foi
diagnosticado trombose ,fui para mesa de cirurgia e colocaram filtro,por não
poder tomar medicamentos por causa do avc hemorrágico,depois de todos esses
acontecimentos sobrivivi
Hoje agradeço a deus jeová, a minha esposa e meu
filhos e meus amigos que me ajudaram muito e que sempre acreditou que eu iria
sobreviver,temos sempre que acreditar e ter muita fé que tudo é possivel
fiquei bem,sem sequelas,votei a dirigir a trabalhar, ,faço
natação ,tenho uma vida normal
quando tiver em situação dificil tenha fé em deus,lembra-se
nem tudo tá perdido em especial minha esposa e filhos e meus
sinceros amigos
Não esqueçam lutem pela vida ela é preciosa,não
perca a esperança!!!!
Um abraço, e que esse relato ajudem a todos
que estão passando por esses problemas
Diógenes
Diógenes
sábado, 4 de março de 2017
10 anos de AVC
Olá,meu nome é João Alfredo
tenho 53 anos.Dia 24 de julho farei 11 anos de avc isquêmico.era um pouco obeso,muto estressado,me alimentava mal,tinha pressão alta,não fumava,praticava um pouco de esporte.Numa segunda-feira após um fim de semana muito estressante em que discuti e briguei com todo mundo,ao meio dia senti uma tontura muito forte,e os olhos começaram a ver luzes piscando (como uma luz fluorescente),cai no chão e me levantei. Fui no P.A medir a pressão (14x9),achei que ia melhorar e fui trabalhar a tarde,lá pelas 15:00,fui escrever e a caneta caiu da minha mão,dai senti que havia algo errado comigo,pedi socorro para um amigo que me levou de volta novamente para o P.A onde o médico constatou que era um avc,mas não quis me remover alegando que o meu ''planinho de saúde'' não cobria a internação e teríamos que dar meia volta. (a cidade fica a 120km da capital e o ''planinho'' era o plano da unimed centro sul). Depois de um tempo descubri que não queria ir pois seu plantão terminaria as 20:00.Após amigos literalmente ameaçarem o médico,ele resolveu remover lá pelas 19:00,não sem antes parar em um fast-food para comprar um lanche. Minha esposa me acompanhou e fui para um bom hospital ''mãe de Deus'' onde foi realizado uma ressonância magnética e constatado um avc isquêmico de caródita.Fui para CTI e fiquei cinco dias sempre lúcido mas com a boca e o lado direito paralisados depois mais cinco dias no quarto e tive alta.Voltei para casa,mas a médica havia dito para minha família que eu talvez voltasse a caminhar mas exercer minha profissão (sou dentista) nunca mais.Tentei fazer fisioterapia mas me irritava e desistia.Quando soube do diagnóstico da médica determinei que em um mês voltaria a trabalhar! E voltei! Em pouco tempo voltei a vida normal,só não jogo mais futebol.Tomo alguns remédios para pressão,colesterol e depressão.Acho que o mais importante e determinar o seu objetivo e ter sempre fé em Deus, A família é de extrema importância pois nos da o suporte para lutarmos.Logo que voltei a trabalhar muitos clientes ficavam receiosos do meu atendimento mas graças a Deus,nunca fiquei inseguro ou temeroso,pelo contrário,faço alguns procedimentos que não fazia antes,que exigem mais calma,mais paciência e atenção. Não posso dizer que mudei 100%,pois ainda quardo muitos dos sentimentos que tinha antes como não gostar de criticas ter preconceito com algumas coisas,preucupaçoes excessivas com coisas matérias.Gostaria de agradecer muito mais a Deus por ter me dado está segunda chance,que para min foi um verdadeiro milagre! Espero que gostem da minha história!!!!
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Cavernoma, vários avcs e trombose
Tenho atualmente 55 anos de idade, no início agosto de 2013 do nada, tive uma convulsão e fiquei desacordado por aproximadamente uns 12 minutos, foi socorrido por minha esposa e filhos, foi levado de SAMU para hospital em Santo André, fiquei internado por 04 dias fiz Tomografia e Ressonância Magnética e fui diagnosticado "Hemorragia Cerebral "provocada por um tumor” CAVERNOMA”, o médico recomendou cirurgia imediatamente, fiz a cirurgia o tumor foi cauterizado e o sangue removido, foi necessário colocar 04 placas de titânio para fechar abertura na cabeça, fiquei por uma semana na UTI no segundo dia através de um dreno foi removido entre sangue e líquidos utilizados na cirurgia aproximadamente 1 litro.
Não tive nenhuma sequela, passou uns 10 dias e tive alta, na semana seguinte tive trombose venosa na perna direita, por ter realizado uma cirurgia cerebral não pude fazer uso de anticoagulantes, novamente fui internado para passar por uma microcirurgia para introduzir um filtro na veia cava para eliminar o risco de embolia pulmonar. Tive alta na semana seguinte tive outra trombose na perna direita ( está mais forte e intensa), fiquei 45 dias de cama não podia andar, somente com uso de bengala e cadeira de rodas. Quando fui melhorando foi diagnosticado com anemia profunda. Comecei o tratamento foi melhorando e nunca desisti, sempre com apoio de minha esposa, mãe, e filhos e com muita fé em Deus.
Recentemente, em 10 de outubro de 2016 senti uma forte dor de cabeça, foi para o hospital e apenas diagnosticaram pressão alta. No sábado dia 15 de outubro retornei ao hospital com minha esposa e realizei a tomografia e o diagnóstico foi AVC HEMORRAGICO fiquei internado por 5 dias e voltei para casa com extravasamento de sangue e novamente não tive nenhuma sequela, mas ainda estou em tratamento e em maio de 2017 devo realizar uma neuro-navegação para afastar definitivamente a possiblidade de outro tumor.
Não podemos deixar de acreditar, e se ocupar para não darmos chances para o desanimo se aproximar temos que ser fortes e não deixar nada nos abater.
Marcos
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