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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Lutar sempre




Olá, espero poder dividir um pouco do que vivi e ainda tô vivendo depois do avc, com vc que está lendo minha história é uma honra poder compartilhar com alguém, algo que passei.. 


Me chamo Suely, tenho 32 anos e sou uma sobrevivente de avc.

Era dia 02/01/2010, todos festejavam o ano novo que acabara de chegar, eu estava na fazenda do meu sogro no Goiás, com meus filhos Luan Victor de 5 anos e minha filha Lívia de 11 anos, e meu esposo Lucimar, todos festejavam, daí estava com meus cunhados embaixo de uma árvore na frente da casa sorrindo, brincando qdo resolvi tomar um banho, porque estava muito quente. Eu tinha chegado de Palmas no Tocantins, onde saí do meu trabalho pra passar umas férias curtas, férias essas inesquecíveis porque até hoje não voltei pro trabalho. Por causa desse tal avc; terminei o banho e pedi pra minha sobrinha Jackeline arrumar meu cabelo, fui escovar o cabelo, quando acabou de escovar pedi a minha filha que trouxesse a câmera pq haviam ficado lindos meus cabelos. 


Empolgada comecei a tirar fotos eu mesma, fui até a janela do quarto, olhei a paisagem, bati uma foto e pedi pra minha filha pra ver como a foto havia ficado. E ela disse: "Mãe, sua boca tá torta o que foi?" Eu disse não está deixa eu ver. Resolvi pegar meu filho Luan que estava na cama; chamei-o ele correu na cama mesmo. Daí fui pegá-lo não consegui estender o braço, coloquei o joelho na cama não consegui também. Foi horrível este momento quase cai, meu esposo entrou no quarto e me segurou antes q eu caisse eu lembro que não saiu a voz, mas pude pedir meus remédios apontei onde estavam. Minha filha pegou trouxe água e resolvi por impulso tomar um comprimido de pressão e um Somalgin, tipo AAS, não ficava mais de pé, logo veio meu cunhado e disse vamos pro hospital, junto com meu esposo. 

Eu retruquei: "não vou não, vai passar, tô bem". Insistiram e eu não tive escolha, nem opção pois não conseguia sair do lugar. Me recordo que estava com a mala no carro ainda e como tinha saido do banho so deu tempo de vestir um vestido curto e fresquinho e como estava sendo carregada minha cunhada foi pegar uma calça e me acompanhou, fomos, sai de dentro de casa carregada arrastadapor meu cunhado e meu esposo até o carro dele, tinha a estrada de chão e o carro q estava mais acessível no momento era o dele, lembro-me que fui acompanhada por minha cunhada Sueny e meu esposo, não fomos a cidade mais próxima pois não tem hospital, fomos pra que fica a 22 km chegando lá nada de hospital com plantão estavam todos festejando acredito eu, foram seguindo até Ceres a próxima q talvez tivesse alguém. Paramos num hospital, onde havia uma médica que graças a Deus era Neurologista, lembro que a mesma ficou assustada ao me ver , nunca esqueci sua expressão de assustada, fez o atendimento padrão e ouvi ela dizer que eu estava tendo um avc e necessitava de uma uti com urgência pois nem tinha um ano q havia passado por uma cirurgia cardiovascular ela viu a cicatriz e perguntou ao Lu, quando olhei naquela médica pela fisionomia dela confesso que pensei tô morrendo. Ela disse ao meu esposo ela precisa ser tansferida pois aqui não temos recurso pra atendê-la, eu não conseguia me mexer foi horrível pensei tô morrendo, só pensava nos meu filhos que ficaram na fazenda. O Lu disse nós vamos embora amanhã pra casa em Brasília, então podemos ir hoje agora, ela disse não NÃO pode ela não sai daqui de carro só de ambulância, UTI móvel, apesar de estar daquela maneira, ouvia tudo, Deus não deixou que me faltasse a conciência, não sabia o que estava acontecendo só que eu não conseguia me mexer, e estava numa cama de hospital tomado medicações e que a médica estava aflita com tudo aquilo, minha cunhada permaneceu ao meu lado o tempo todo, eu só pedia a Deus que não me deixasse morrer, pois meus filhos precisavam de mim, foram atrás de saber de ambulância, conseguiram uma do SAMU pensei agora tudo vai caminhar, agradeci a Deus, ai veio a médica ela só sai daqui quando me garantirem uma UTI pra ela, lembrei que tinha o número do celular do cardiologista que havia me acompanhado no hospital que fiz a cirurgia cardíaca Dr. Hélio Bezerra, o Lu ligou e passou pra Dra. ele não estava de serviço naquele dia mais ligou pro plantonista e confirmaram minha vaga, o Lu disse pronto agora vamos, pensei UFA graças a Deus, daí disseram que a ambulância precisaria fazer um trajeto maior por causa de protocolo.



Os enfermeiros vieram colocar uma sonda, e vários acessos, disseram q era caso houvesse uma emergência, foi uma longa viagem passamos por um outro hospital por causa do tal protocolo, só me lembro que a viagem foi horrível, balançava muito, eu não conseguia urinar por causa da sonda, eu queria chegar pra tirar aquilo de mim...



Depois de longas horas enfim chegamos, eu vi, minha irmã assim que me desceram da ambulância me senti melhor é como se fosse uma mãe pra mim, naquele momento consegui falar, perguntei por meus filhos, ela disse não se preocupa estão bem, me levaram pra UTI, eu pedi tira essa sonda disseram, não pode porque você não levanta tem que ficar, eu pedi que chamassem a Conceição esposa de um colega de trabalho que é enfermeira naquele hospital, ela veio, eu pedi :Conceição pelo amor de Deus pede pro médico autorizar tirar essa sonda, ela me deu aquela força, veio o Dr. de plantão e ficou pergutando, pra mim, qaue dia é hoje?, eu respondi dia 02 de janeiro, pergutava várias vezes, eu não entendia mas respondia, perguntou qual seu nome? eu disse Suely, ele: Suely de quê? eu: Suely Misquita, toda hora perguntava a mesma coisa, tava um saco, eu já era conhecida do hospital pois antes da cirurgia cardíaca fiquei longos dias internada lá, comecei a ser levada a fazer exames. 2 dias depois não tinha caído a ficha do que eu estava passando, resolvi levantar pra ir ao banheiro, sabe o que aconteceu? Cái. 


Correram pra me levantar e chamar minha atenção eu não podia acreditar no que estava vivendo ao sair os resultados diagnosticaram que a válvula mitral que ora foi trocada em janeiro de 2009, apesar de ser uma prótese biológica, fatalmente deu um trombo que foi ao cérebro, causando o avc, permaneci 7 dias naquela UTI, fui para o quarto e fiquei 2 meses internada lá, tomando anticoagulante duas vezes ao dia fora os demais remédios eram tantos, pra ver se o tal trombo diluia daquela válvula, cogitaram abrir-me novamente pra trocar a válvula novamente quase enlouqueci só de pensar na possibilidade de passar por uma nova cirurgia cardíaca novamente, meus irmãos foram atá a fazenda buscar meus filhose o carro, ficaram todo o tempo que permaneci no hospital na casa do Marcos meu irmão, um pai pra mim, cuidou direitinho deles, ele mora a 75km de Brasília então todo esse tempo não via meus filhos, foi duro, sentia tanta falta, eu não entendia os conflitos, o neurologista não queria que usasse o anticoagulante e o cardiologista não abria mão é assim até hoje, porque quem tem prótese biológica não precisa mais fui premiada, então prefiro concordar com o cardiologista., enfim estava ansiosa pra sair do hospital, pedia tanto a Deus, mais enquanto o trombo não sumisse não teria a alta, orei ao Senhor pedindo que me deixasse sair daquele lugar, queria minha casa, meu filhos, minha vida de volta, eu dizia que meu ano não tinha começado ainda., mas me recusei sair do hospital de cadeira de rodas, aprender a andar de novo como uma criança, foi um grande desafio, segurei ao Lu mas nãoo sai de cadeira de rodas.


Desde o ínicio fiz fisioterapia, agradeço tanto ao fisioterapeuta Thiago pela sua insistência, perseverança, profissionalismo pra que eu fizesse as sessões naquele hospital, porque teve um momento que eu não aguentava mais, e ele não saía do meu quarto sem que eu fizesse a sessão,me fazia rir, fazia meus dias serem menos difíceis


Até hoje somos amigos, sempre que preciso de um help, recorro a ele, quando sai do hospital finalmente não tive mais o Thiago mas encontrei a Rita uma ótima fisioterapeuta, igualzinho ao Thiago, me ajudou tanto, chega um ponto que você não aguenta mais fazer fisioterapia.
O pior do avc, é que todos os seus amigos te abandonam, quem você acha que é seu amigo te esquece, sofri tanto psicologicamente, acho que é a maior sequela até um dia que resolvi fazer terapia ocupacional onde conheci a Flávia, uma excelente T.O, que me fez enxergar que eu podia viver mesmo com as sequelas, pois eu dizia que minha vida tinha acabado, voltar pra casa, mas não consegui tomar banho cuidar das crianças doeu, ela me disse que eles tinham o mais importante pra mim meu amor.


Caí de cara na net não saia de casa, pra nada, chegavam visitas nem olhar pra elas olhava, chorava todos os dias daí resolvi fuçar umas comunidades no orkut, onde descobri o grupo, lá tem um chat, onde comecei a ter uma nova família, amigos que me entendiam porque estamos no mesmo barco.

Depois de Deus, minha mãe e minha família a família sobreviventes são um tudo pra mim, amo todos, meu sonho é conhecer todos pessoalmente, amigos verdadeiros são os que chegam quando os outros saíram.
Ainda não sou independente como antes mais existe um médico dos médicos que renova minha fé a cada nascer do dia com a esperança que um dia não serei uma sequelada de AVC.


Sofro porque nos afazeres de casa quem me ajuda são meus filhos, são crianças, mas me ajudam como gente grande, o Luan , é menor mais é muito carinhoso comigo, faço o que dá, mas consigo auxiliá-los dai fica mais fácil.
Estou viva, pra contar e o resto a gente corre atrás.


Obrigada pela oportunidade de conhecer vocês!!!
Lembrem-se Lutar sempre, conquistar talvez, desisti jamais. fé em Deus sempre.
Beijos
Su

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

AVC une ou destrói...



Em fevereiro do  ano de 2009 meu avô morreu após 5 derrames.E no dia 12/04/2009 minha mãe teve um avc isquêmico. 
Ela já não estava se sentindo bem algum tempo e os médicos suspeitavam de labirintite.Vivia dormindo por causa do peso na cabeça, já nem tinha alegria. Na madrugada véspera da pascoa ela pediu para ir ao banheiro pois não estava conseguindo levantar, meu pai foi me acordar para ajuda-lo quando a vi gelada, suando.Achei que poderia ajudar dando um anti coagulante ela teve convulsão.Imediatamente chamei o samu.
Quando coloquei ela na cama já não estava falando mais e nem tinha mais o movimento do lado direito.Como era feriado neste dia não tinha neurologista no hospital e ela ficou no corredor até conseguir um quarto pra ficar,nesse tempo eu não me esqueço até hoje seus olhos viraram,sua boca entortou.Me deu uma agonia de ve-la naquela situação sem poder fazer nada.
Logo no 1 dia foi colocado a sonda.Eu orava a deus todas noites pra me dar forças e não chorar na frente dela pra ela não ficar mais triste.Ficou dormindo dias direto não via nada que acontecia.ficou 1 mês internada.
Nessas horas a gente sabe quem é amigo da gente pois fiquei 37 dias dormindo no hospital sem voltar pra casa pois ninguém da minha família queria ficar lá. Foram dias difícil passavam todos os dias chorando pedindo a deus sua recuperação.
Minha irma trouxe para mim uma bíblia que deixava aberta sobre a cama da minha mãe. Os dias passavam e como era triste ver as pessoas que estavam ali morrendo, dava um desespero.
Quando voltou pra casa tive que aprender a dar banho na cama fazer a comida da sonda, arrumar a casa e fazer as fisioterapia com ela. Minha mãe demorou para falar e quando falava era difícil de entender.Para ficar em pé demorou uns 4 meses mas o lado direito ainda esta comprometido..
O derrame ele une a família ou destrói. Hoje na minha casa não vem ninguém , sem somos convidados para festas , os amigos se afastaram e minha mãe vive em depressão chora muito porque era uma mulher ativa, trabalhadora ,mas graças a deus sempre estive em pé com forças para lutar por ela procurando meios de reabilita-la.
Por isso eu digo nessas horas a família fica unida em prol da melhora daqueles que amamos e se as pessoas sumirem não sinta raiva delas só sabe o que passa com a gente quem já passou por isso, não podemos cobrar dos outros ajuda e sim solidariedade , mas se mesmo assim for difícil devemos seguir a vida sem magoas que Deus dará vitória.
Um abraço a todos que estão passando por esta luta que não desancoragem jamais 

Cristiane Gomes Pereira


domingo, 12 de junho de 2011

Esperança de uma filha


Meu nome é Maria tenho 22 anos e a minha história é um misto de milagre mas também de revolta,o porque de isso ter acontecido com um homem de hábitos tão saudaveis como meu pai,vou tentar explicar o que aconteceu.

No dia 3/05/2011 o dia por sinal,o qual eu nunca irei esquecer, sou acordada pela minha mãe com a notícia que meu pai sofreu um AVC.

Eu não moro com ele mas somos bem próximos,inclusive no dia anterior que foi uma segunda ele tinha ido me buscar na faculdade e estava normal como todos os outros dias, eu nunca poderia imaginar que o pior momento de nossas vidas estava perto de acontecer, a mulher dele não sabe que horas ele sofreu essa isquemia,e nem o motivo se assim posso dizer, ele não se queixava de dores fortes de cabeça nem nada,ele estava bem quando foi dormir,pois bem,na terça, quando ela foi chamá-lo pra tomar café ela o encontrou mole,com os olhos abertos mas sem reação alguma,imaginem o desespero que foi, ela o levou para um hospital isso era umas 6:30 da manhã e seu estado era preocupante,foi constatado na hora que ele havia sofrido um avc mas não se sabia a gravidade nem o dano que havia causado,nunca vou me esquecer na hora que cheguei no hospital e o vi naquela maca,me lembro daquela dor até hoje,não faz muito tempo eu sei,mas são 39 dias com o único pensamento na cabeça, o porquê de isso ter acontecido com ele.

Ele passou 7 dias na uti e durante esse tempo os médicos não conseguiram descobrir o que ocasionou esse avc,apenas o que foi constatado é que ele teve uma isquemia cerebral no lado esquerdo do corpo de grande extensão e que a chance de que ele sobrevivesse era de 1%,a certas "doenças" como as de coração e as na cabeça que ser "jovem" pesa contra, e avc é uma delas,meu pai é um jovem senhor de 52 anos que não bebe,não fuma e praticava regulamente exercícios físicos bem como tem uma alimentação muito saudável e ia regularmente ao médico ou seja, não conseguimos entender o porquê de isso ter acontecido.

Após esse tempo na uti no qual ele já estava consciente,(na minha opnião desde o primeiro dia pois eu senti que ele me reconheceu apesar de ele não poder falar) ele passou mais 2 semanas no hospital e durante esse tempo ele não fez nenhum som mas aparentava estar melhor a cada dia quando vem a grata surpresa, ao ter tido alta e chegado em casa ele começou a balbucear palavras de dificíl compreensão mas pelo menos era sua voz que não escutavamos a 3 semanas e eu temia que ela apenas ficasse na minha memória e eu pudesse esquecê-la.

Hoje, já fazem 39 dias que ele sofreu o avc,ele não sente o lado direito do corpo e continua com a fala prejudicada às vezes, ele ri comigo porque eu tento adivinhar o que ele diz mas quase sempre eu erro mas eu vejo que ele muita vezes se entristece por estar nessa condição,um homem tão ativo,dinâmico,trabalhador estar nessa condição e não saber se vai ficar bom lhe entristece demais e isso me dói muito,o meu medo é que ele fique com sequelas porque eu sei que se isso acontecer ele vai cair em depressão e vai definhar aos poucos,nós, a família e os amigos damos todo o apóio possível a ele,nunca deixamos ele desanimar,eu brinco que ele está proibido de ficar de "banzo" pois tristeza só faz mal mas é complicado,por ainda tomar vários remédios,inclusive anti-depressivo eu não sei se sua memória e o seu raciocínio foram afetados,rezo todos os dias para que isso não tenha acontecido.

Isso é um pouco do que estou vivendo com o avc do meu pai,a esperança que ele vai ficar bom é a única coisa que tenho,todos o dias me pergunto como isso ocorreu,é provação,é destino,fatalidade não sei,eu só queria que alguém me dissesse que pode demorar 1 ano mas ele vai ficar bom do jeitinho que ele era,nem melhor, nem pior. Eu só quero isso,ver ele fazendo as brincadeiras que ele tanto fazia e sendo feliz,porque só assim eu também terei a minha felicidade de volta. 

quarta-feira, 1 de junho de 2011

AVC Neonatal

Ele sobreviveu!



Meu nome é Melissa, moro nos Estados Unidos e tenho um maravilhoso filho chamado Pietro.
Ele nasceu em agosto de 2010 e, embora não houve nenhum problema durante todo o período gestacional, cerca de 10 minutos que Pietro nasceu, ele começou a apresentar sérias complicações respiratórias. Ele já estava se tornando azul.

Pietro teve que ser levado às pressas para a UTI Neonatal. Ele estava muito mal. Ele estava conectado a vários aparelhos, havia uma equipe médica ao seu redor constantemente e muita preocupação. Ele foi rotulado como o "bebê mais doente de toda a unidade". Após dois dias do seu nascimento a pediatra veio ao meu leito e disse que se nosso filho não passasse por uma cirurgia (ECMO) ele não sobreviveria. A batalha em orações começou a se intensificar. Deus é o que dá a palavra final, Ele é o que dá a vida e é Ele o que tira a vida.

Após uma hora de espera pela equipe que faz a cirurgia (ela estava com outro bebê) ficamos sabendo que a pediatra tentou mais uma vez um dos procedimentos que ela havia tentando durante a noite. Desta vez, Pietro respondeu ao procedimento. Desde esse dia ele começou a melhorar. Ainda havia os aparelhos controlando sua respiração (ele estava em coma induzido), controlando os batimentos cardíacos, saturação de oxigênio, sonda vesical de demora, três catéteres no coto umbilical, um cateter no seu bracinho esquerdo indo direto ao seu coração, seus pezinhos também tinham controle para a saturação de O2, eletrodos em seu peito, no entanto, nós tínhamos fé de que o Deus do impossível, o Médico dos médicos estava no controle!

Como Pietro estava muito mal fazer uma ressonância magnética não era a prioridade. Então, na sua quarta semana na UTI Neo foi possível fazer o teste. Lá foi mostrado que ele sofreu um AVC no lobo frontal esquerdo do seu cérebro, bem próximo ao centro. Eles ainda não sabiam se Pietro teria alguma sequela.

Após 34 longos dias na UTI Neo, nosso pequeno filho foi liberado para ir pra casa. Ele ainda não era alimentado de forma completa através da mamadeira (ele não podia sugar no peito), então, ele foi para casa com sonda nasogástrica e, meu marido e eu éramos os responsáveis para colocar uma nova caso a que estava nele saísse.

Um mês após sua saída do hospital e após inúmeras visitas a especialistas, Pietro estava livre da SNG.

Hoje ele está com 10 meses de vida, não há nenhuma sequela do AVC, seu desenvolvimento está perfeito e todos os especialistas que fomos disseram a mesma coisa, um a um: "Pietro está indo muito bem, ele nem parece aquela criança tão doente que estava na UTI". Esse é o poder do nosso Deus!

Para Ele nada é impossível! Absolutamente nada!

Abraços e que Deus os abençoe!

Obs. Se você quiser saber mais da nossa história com fotos e vídeos, desde o começo até agora, visite nosso blog 

Melissa 

domingo, 29 de maio de 2011

Superando obstáculos- 4 aneurismas


Olá a todos, acabei de chegar do hospital minha mãe esta internada na C.T.I do Hospital Cruz Azul ela estava com 4 aneurismas 1 no pescoço proximo ao osso do ouvido que nao demonstra risco e mais 3, 1 em cada lado do cerebro atras dos olhos e outro proximo a 1 dos lados, no qual passou por cirurgia para a clipagem dos 3. Porém após a cirurgia ela teve um avc hemorragico no qual passou por outra cirurgia para drenar o sangue por meio de uma válvula que é introduzida no cerebro jogando o sangue na barriga...

Enfim apos essa longa semana a 1ª cirurgia na terça dia 24/05 (para a clipagem dos aneurismas) outra na quarta 25/05 (para drenagem do sangue)e outra na quinta 26/06 (para limpeza da valvula que drena o sangue pois a mesma estava obstruida) ela se encontra em coma, mas como ja foi dito por Deus e venho aqui testificar hj sexta 27/05 ela ja esboça reação ao falar com ela, ela levanta os braços e aperta bem forte a nossa mao mesmo ainda nao abrindo totalmente os olhos demonstra ouvir tudo e entender, qndo falamos com ela os seus olhos enchem de lagrimas e demonstra uma vontade de falar e demonstrar que Deus esta curando ela e que ela vai ficar bem... 
O nome da minha mãe é Izabel ela tem 49 anos e venho deixar esse depoimento para que todos aqui saibam que o Deus do impossivel não falha que ela saira de la sem sequelas em nome de Jesus... Agradeço aos amigos que são muitos que estão orando pela vida da minha mãe que se preocupam que ligam e se importam com ela... Agradeço a Deus pela vida de vocês e sei que ela estara recuperada em breve e estara escrevendo outro depoimento aqui.... A todos coloquem diante de Deus porque sei que ele pode todas as coisas.... 



Sergio Brito
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